Frase do dia

  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
  • “Sempre fui um servidor público”, Luís Neves, após a tomada de posse como ministro da Administração Interna
Search

O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, admitiu esta segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026, que os Estados Unidos têm utilizado a Base das Lajes, nos Açores, com uma intensidade superior à habitual. A revelação surge num contexto de elevada tensão no Médio Oriente e de um eventual reforço militar norte-americano no Golfo Pérsico.

O foco central das declarações do chefe da diplomacia portuguesa reside na autonomia operacional de Washington na ilha Terceira. Rangel esclareceu que, ao abrigo do acordo bilateral vigente, os EUA podem utilizar a infraestrutura para operações estratégicas — incluindo um eventual cenário de conflito com o Irão — sem que o Governo português tenha de ser informado sobre os detalhes, objetivos ou a natureza específica das missões.

“A intensidade do recurso às autorizações é maior”, confirmou o ministro em Bruxelas, sublinhando que este uso decorre de direitos de sobrevoo e escalas técnicas já previstos. Apesar de garantir que não houve uma “decisão extraordinária” de Lisboa, a admissão de que Portugal não tem de ter conhecimento da finalidade dos movimentos militares coloca a base estratégica no centro do debate sobre a soberania nacional e o cumprimento do Direito Internacional, num momento em que Israel sinaliza cooperação para novas ofensivas na região.

Recomendado para si