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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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O governo do Brasil decidiu cancelar o visto do norte-americano Darren Beattie, um assessor ligado ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A decisão agravou a tensão diplomática entre Brasília e Washington.

Beattie tinha inicialmente solicitado o visto para participar em compromissos e encontros no Brasil ligados a atividades políticas e institucionais. No entanto, já com a viagem em preparação, o assessor passou também a manifestar a intenção de visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro, que se encontra preso em Brasília.

O pedido de visita chegou a ser autorizado numa primeira fase. Porém, depois de a informação se tornar pública e gerar forte repercussão política, a Justiça brasileira voltou atrás e decidiu proibir o encontro, impedindo qualquer contacto entre o norte-americano e Bolsonaro.

Mesmo assim, o episódio ganhou dimensão política dentro do governo brasileiro. Perante o cenário, o Ministério das Relações Exteriores decidiu revogar o visto concedido a Beattie, impedindo formalmente a sua entrada no país.

Outro fator que pesou na decisão foi um recente atrito diplomático entre os dois países. Os Estados Unidos cancelaram o visto do ministro da Saúde brasileiro, Alexandre Padilha, o que provocou irritação no governo brasileiro. A medida contra o assessor de Trump acabou por ser interpretada também como uma resposta dentro do princípio de reciprocidade diplomática.

Atualmente, cidadãos norte-americanos precisam de visto para entrar no Brasil, depois de o governo brasileiro ter retomado a exigência do documento. A regra segue um princípio comum nas relações internacionais: quando um país exige visto de brasileiros, o Brasil aplica a mesma exigência aos cidadãos desse país.

Com a revogação do visto e a proibição judicial da visita, Darren Beattie fica agora impedido de viajar para o Brasil. O caso acrescenta mais um capítulo às tensões políticas que envolvem Bolsonaro e também às relações sensíveis entre Brasília e Washington.

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