Frase do dia

  • “Se for culpado (Prestianni), acabou para mim”, José Mourinho
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É um grande marco para a moda em Portugal: a Louis Vuitton já ostenta a designação “made in Portugal” em alguns acessórios em couro.

Portugal deixou de ser apenas sinónimo de produção eficiente para se tornar assinatura de excelência. Na passerelle internacional da Micam, em Milão – epicentro global do calçado – cerca de 80 empresas nacionais mostraram que o luxo também se fala em português. Ali, entre couro trabalhado com precisão e silhuetas pensadas ao milímetro, o secretário de Estado da Economia, João Rui Ferreira, sintetizou a ambição do setor: “Assumir o Made in Portugal é um passo importante para elevar o País como produtor de luxo”.

E não ficou por aí. O posicionamento é claro: “Nós somos o segundo mercado do mundo com o preço médio mais alto, mas ainda temos um caminho a percorrer. A ambição de todos é essa: ser um setor de valor e não de volume.”

A Louis Vuitton percebeu-o cedo. Há mais de uma década que a maison francesa desenvolve parte dos seus designs em território nacional, através da Atepeli – Ateliers de Portugal. Especializada em componentes de marroquinaria e calçado de luxo desde 2011, a empresa opera a partir de Lousada, Penafiel e Ponte de Lima, consolidando uma cadeia de produção que alia precisão técnica a savoir-faire artesanal. Em 2020, a aposta ganhou nova dimensão com a inauguração de uma unidade em São João de Ver, Santa Maria da Feira, criando centenas de postos de trabalho e reforçando o papel de Portugal no mapa global do luxo.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística, o setor dos artigos de pele ultrapassou os 353 milhões de euros em exportações no último ano. É certo que se registou uma ligeira retração de 3,8% face ao período anterior, mas a verdadeira história escreve-se numa escala mais ampla: desde 2020, o crescimento acumulado ascende a impressionantes 67,8%. Um salto que traduz não apenas resiliência, mas afirmação estética e estratégica.

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