Frase do dia

  • 'Uma greve geral para reclamar o quê?', Luís Montenegro
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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, protagonizou um momento inusitado durante as celebrações do Dia do Estudante, na última sexta-feira, quando subiu ao palco para dançar ao som de música eletrónica que repetia mensagens pela paz.

No discurso que se seguiu, o chefe de Estado deixou um recado aos Estados Unidos, afirmando que “as ameaças” não o irão travar. Maduro lançou ainda um apelo aos estudantes universitários venezuelanos para que estabeleçam contacto com movimentos estudantis norte-americanos e defendam o fim da guerra.

O episódio ocorre num contexto de tensão crescente, depois de Washington ter mobilizado navios de guerra, caças e milhares de militares para as Caraíbas e para o Pacífico, alegando operações contra o narcotráfico — movimentação que Caracas classifica como “ameaça militar letal”. A situação está a escalar ao ponto de as companhias de aviação, como é o caso da TAP, estarem a cancelar, por razões de segurança, voos em direção à Venezuela.

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O aumento das medidas de segurança surgem na sequência de um atropelamento, em 2024, onde cinco pessoas morreram.