Frase do dia

  • “Não será por mim que duração da legislatura será interrompida”, António José Seguro
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A ministra Maria Lúcia Amaral, 69 anos, terá resolvido abandonar o governo após uma discussão que manteve com o chefe de gabinete do primeiro-ministro na manhã de terça-feira, e onde, segundo corre nos bastidores políticos, a então ministra se sentiu “desconsiderada”.

Pese embora já tivesse acordado com Luís Montenegro a sua saída do governo, no âmbito de uma remodelação que este contava fazer dentro de algumas semanas, Maria Lúcia Amaral ter-se-á sentido desrespeitada por Pedro Perestrelo Pinto, de 49 anos, o diplomata que, há dois anos, o primeiro-ministro foi buscar a San Francisco, onde era cônsul, para chefiar o seu gabinete em S. Bento: “Foi uma discussão desagradável, onde o chefe de gabinete foi bastante indelicado, a ponto de ter levantado a voz à ministra”, confidenciaram ao 24Horas fontes próximas da antiga governante, que consideram esse incidente como “decisivo” para que Maria Lúcia batesse com a porta.

Ministra avisou primeiro Marcelo do que Luís Montenegro

Aliás, estranhamente, e ao invés do que é habitual nestes casos, em vez de comunicar primeiramente ao chefe do executivo a sua decisão em abandonar o governo, Maria Lúcia Amaral resolveu informar em primeiro lugar o Presidente da República sobre o seu abandono imediato das funções de ministra da Administração Interna: “Formalista como ela é, esse pormenor mostra bem o quanto ela ficou magoada com toda a situação. Não o fez por lapso, fê-lo claramente para marcar a sua posição”, confidenciam ao 24Horas.

Recorde-se que desde há muitos anos, Maria Lúcia mantém uma relação de alguma proximidade com Marcelo Rebelo de Sousa, de quem chegou mesmo a ser assistente na Faculdade de Direito de Lisboa: “Têm um grande respeito intelectual um pelo outro”, dizem-nos.

Aliás, a recusa mostrada em Marcelo de aceitar qualquer mexida no governo até à posse do seu sucessor, pese embora ser justificada por uma questão de “cortesia institucional”, para com António José Seguro, é entendida por muitos como uma forma do Presidente da República mostrar a Luís Montenegro o seu “desagrado” pela forma como Maria Lúcia Amaral foi supostamente tratada.

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