Frase do dia

  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
Search

Marcelo Rebelo de Sousa, de 77 anos, avisou esta quarta-feira, dia 21, que quem tentar “refazer pela força a divisão do mundo em hemisférios, como no passado”, irá falhar e afirmou que as alianças “valem mais do que a espuma, mesmo sedutora, de cada dia”.

“Não há quem consiga, hoje, refazer, pela força a divisão do mundo em hemisférios, como no passado, e sonhar controlar o seu hemisfério, ou resolver problemas universais por si só. Falhará quem o tente no século XXI, como falharam outros no século XX”, avisou Marcelo Rebelo de Sousa, em Estrasburgo, num discurso no Parlamento Europeu, na sessão comemorativa dos 40 anos da adesão de Portugal e Espanha à então Comunidade Económica Europeia (CEE).

O Presidente da República referia-se a declarações do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que, após a captura do chefe de Estado da Venezuela, Nicolás Maduro, no início de janeiro, afirmou que “o domínio americano no hemisfério ocidental nunca mais será questionado”.

Novamente numa alusão a Trump, o Presidente da República pediu que “não se invoque o bilateralismo, que verdadeiramente é unilateralismo – que é uma forma de enfraquecer o multilateralismo e as instituições internacionais –, sem que quem deseja exercer essa hegemonia, esse controlo, tenha condições para o fazer como sonha ou afirma”.

E Marcelo, num dos seus últimos discursos como chefe de Estado, prosseguiu: “E não há como fazê-lo ignorando a Europa, o seu poder nos valores, na justiça social e na economia mundial porque a Europa ainda é e será sempre o berço da democracia, o farol das liberdades, o esteio do Estado de Direito, a referência do estado social.”

Perante os eurodeputados e o Rei de Espanha, que também discursou nesta sessão, Marcelo Rebelo de Sousa salientou que os portugueses “são europeus sempre, transatlânticos sempre, universais sempre”.

Debaixo de alguns aplausos. o Presidente da República terminou: “Avancemos, pois, recriemo-nos no que for necessário, que os aliados e os parceiros que desejamos virão, como sempre vieram, quando entenderem que não há senhores únicos do globo, que não há poderes eternos e que as nossas alianças e parcerias valem mais do que a espuma, mesmo espetacular, mesmo sedutora, de cada dia.”

Recomendado para si

O Banco Central do Brasil decretou esta semana a liquidação extrajudicial do Will Financeira S.A. Crédito, Financiamento e Investimento, conhecido no mercado como Will Bank, uma instituição digital que integrava o mesmo grupo económico do Banco Master. A decisão marca mais um capítulo do processo de desmantelamento de um conglomerado financeiro que entrou em colapso após sucessivas falhas de…
A fábrica da Yazaki Saltano, em Ovar, voltou a anunciar um despedimento coletivo, desta vez de 163 trabalhadores, depois de em 2025 ter dispensado mais de 300 colaboradores no mesmo estabelecimento industrial, que produz componentes elétricos e eletrónicos para o sector automóvel. Esta medida faz parte de um novo plano da empresa japonesa, que diz ser necessário para “assegurar a viabilidade das operações”, mas tem deixado muitas famílias profundamente apreensivas.