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  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
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Luís Marques Mendes, de 68 anos, criticou, esta segunda-feira, dia 10, o apoio do Chega ao grupo nacionalista Reconquista, considerando-o “grave a todos os títulos”. Em causa está o facto de o vice-presidente do Chega, Pedro Frazão, ter enviado um vídeo de apoio, que foi transmitido no congresso do grupo supremacista, que decorreu no sábado, 8, onde declara que o seu partido é um “aliado” do movimento.

“Não posso deixar de notar que se trata de um movimento que, entre outras coisas graves, ofende as mulheres, nega os seus direitos, discrimina-as e pretende até retirar-lhes direitos conquistados ao longo de anos, incluindo o direito de voto”, escreveu o candidato à presidência da República nas redes sociais. Luís Marques Mendes vai mais longe e lança um desafio a André Ventura, referindo que “nenhum candidato a Presidente da República pode ignorar” o assunto.

No vídeo em questão, Pedro Frazão garante que é uma “honra” enviar a mensagem para o congresso da Reconquista, considerando o grupo como uma “das casas da direita cristã patriótica em Portugal”. O deputado do Chega saudou o trabalho do movimento por acreditar que dão voz, “com muita coragem e muita convicção”, aos valores em que acredita.

O movimento Reconquista é contra a presença de imigrantes em Portugal, contesta os direitos das mulheres e da comunidade LGBTQ+. O fundador do grupo, Afonso Gonçalves, referiu já publicamente que o “voto feminino foi um dos grandes problemas da civilização ocidental” e acredita que “as mulheres não deveriam votar”, assim como os ” homens que não têm o conhecimento básico da sociedade e da economia”. Num podcast, Afonso Gonçalves referiu ainda que qualquer pessoa, seja homem ou mulher, “com trabalhos que não requerem inteligência também não deveriam votar”.

Afonso Gonçalves já foi detido várias vezes pela Polícia de Segurança Pública (PSP), como mostra no Instagram, por ações contra os imigrantes em Portugal.

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