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  • 'Têm ideia do que fizeram à minha vida?', João Cotrim de Figueiredo
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Um estudo realizado por dois professores do IPAM analisou as movimentações nas redes sociais dos candidatos à presidência da República. Marques Mendes destaca-se como o candidato com “menor tração digital”, numa corrida em que Ventura lidera de forma clara nas interações e Cotrim se evidencia como o concorrente mais equilibrado.

A investigação levada a cabo por Luís Bettencourt Moniz e João Andrade Costa, revela que há “uma clivagem clara entre candidatos que privilegiam escala e amplificação e aqueles que apostam na intensidade da relação com comunidades mais pequenas”. Já que “volumes elevados de interações não correspondem, necessariamente, a maior envolvimento relativo, nem a uma ligação mais sólida com os seguidores”.

Os resultados concluem que Luís Marques Mendes ficou atrás na corrida aos meios digitais. O candidato social-democrata “surge como o candidato com menor tração digital”, sendo que ao longo das suas 226 publicações, “o ‘engagement’ médio não ultrapassa os 4,9%, com cerca de 141 mil interações, o que indica dificuldades na mobilização da audiência e na criação de uma relação digital significativa”.

Já André Ventura “lidera de forma destacada em termos de escala”. As 372 publicações divulgadas pelo líder do Chega, que estiveram sob análise, “geraram mais de 5,5 milhões de interações, o valor absoluto mais elevado do estudo”. Porém a nível de ‘engagement’ médio foi quem registou piores resultados, fixando-se em 1,9%. O que, segundo os investigadores, revela “uma relação menos intensa com audiências amplas, heterogéneas e fortemente polarizadas”.

João Cotrim de Figueiredo desempenhou a prestação mais equilibrada. O liberal “consegue combinar exposição e envolvimento”. Através de 215 publicações conquistou um ‘engagement’ médio de 11,6% e ultrapassa 1,2 milhões de interações. “Posicionando-se como um dos candidatos com melhor equilíbrio entre escala e intensidade da relação com o público”.

António José Seguro apostou numa estratégia que “assenta numa narrativa de estabilidade e confiança, sem picos de viralidade, mas com envolvimento consistente ao longo do mês”. O socialista obteve um ‘engagement’ médio de 4,9% e cerca de 482 mil interações, resultantes de 354 publicações.

Jorge Pinto destacou-se pelo ‘engagement’ de 41,2%, a nota mais alta do estudo, sendo “o exemplo mais evidente de mobilização intensiva”. No entanto, o candidato do Livre logrou apenas 397 mil interações.

Henrique Gouveia e Melo foi o candidato com maior volume de atividade, com 400 publicações. O almirante registou mais de 567 mil interações, mas o ‘engagement’ médio ficou-se nos 6,8%, o que reflete “uma comunicação marcada por visibilidade institucional e proximidade social, mas com fraca coesão relacional e menor ativação emocional”.

António Filipe arrecadou um ‘engagement’ médio de 8,6% e cerca de 268 mil interações, conseguindo mobilizar de forma estável públicos politicamente alinhados, ainda que com alcance limitado”. Por fim, Catarina Martins “regista um ‘engagement’ médio de 4,4% e aproximadamente 308 mil interações, sustentadas numa comunidade coesa, mas de menor dimensão”.

O estudo incidiu sobre as publicações dos aspirantes a Belém ao longo do mês de dezembro nas redes sociais Instagram, Facebook e TikTok, e monitorizou um total de  2.104 publicações. De acordo com as conclusões a comunicação destes oito candidatos privilegia a proximidade emocional e a manutenção da relação com os seguidores e deixa para segundo plano a mobilização eleitoral e a conquista de novos eleitores.

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