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  • 'Uma greve geral para reclamar o quê?', Luís Montenegro
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Após seis anos no MotoGP, Miguel Oliveira despediu-se, este domingo, da categoria rainha do Campeonato do Mundo de velocidade com uma boa exibição, no Grande Prémio de Valência. O piloto da Prima Pramac partiu da 17.ª posição – inicialmente, ia sair do 18.º posto, mas graças a um acidente de Franco Morbidelli (VR46 Ducati) ainda antes do início da corrida, subiu uma posição – e terminou no 11.º posto, a 19 segundos do vencedor Marco Bezzecchi (Aprilia). Em termos de classificação geral, ficou na 20.ª posição, com 43 pontos.

Miguel Oliveira, o nome maior do motociclismo português, encerra assim a sua carreira na prova de elite da MotoGP com um impressionante currículo: cinco vitórias e um sólido 11.º lugar no campeonato de 2023. Num universo dominado por estrelas globais, o piloto de Almada afirmou-se como uma das figuras mais respeitadas do paddock, conquistando fãs e inspirando jovens talentos em Portugal e além-fronteiras.

Desde a sua estreia na MotoGP em 2019, Oliveira tem sido sinónimo de resiliência e talento. As suas cinco vitórias, incluindo triunfos memoráveis em Portimão e na Áustria, são testemunho da sua capacidade de brilhar sob pressão. Em 2023, apesar de enfrentar lesões e desafios técnicos, o português manteve-se entre os melhores, terminando a temporada no 11.º posto e reforçando a sua reputação de lutador incansável.

Curiosamente, Miguel Oliveira é também conhecido pelo seu percurso académico, tendo concluído o curso de medicina dentária, um feito raro entre pilotos de topo. Fora das pistas, é frequentemente elogiado pela sua postura humilde e pelo envolvimento em causas sociais, tornando-se um verdadeiro embaixador do desporto nacional.

O pódio do Grande Prémio de Valência foi divudido entre Marco Bezzecchi da Aprilia Racing, que partiu na pole position e nunca largou o primeiro lugar, Raul Fernandez da Trackhouse Racing ficou com a segunda posição e Fabio Di Ginnantonio da Ducati em terceiro.

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