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  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
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É um exclusivo 24Horas! Miguel Sousa Tavares, de 73 anos, quebrou o silêncio, dois dias depois do diretor-adjunto do Correio Manhã, Armando Esteves Pereira, ter escrito no jornal que Teresa Caeiro (que morreu quinta-feira, dia 14) foi vítima de violência doméstica ao longo do seu casamento – a ex-deputada do CDS só foi casada uma vez, entre 2011 e 2017, e foi com o comentador da TVI.

“Acho extraordinário que tenham escrito o que escreveram, em tanto lado e por tanta gente, sem nunca terem falado comigo. Não me ligaram, como não ligaram à família e amigos da Teresa”, lamenta Miguel Sousa Tavares, em declarações exclusivas ao 24Horas. “Vocês foram os primeiros e únicos.”

Quanto ao autor do artigo que está a incendiar as redes sociais, desde sábado até esta segunda-feira, o diretor-adjunto do Correio da Manhã Armando Esteves Pereira, Miguel Sousa Tavares deixa uma garantia sobre o que vai fazer: levar o caso a tribunal. “Vou fazer o que tenho de fazer, não só para defender a minha honra, mas também a memória da Teresa.”

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