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  • “Finalmente posso jogar futebol sem dores”, Debast
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O secretário-geral da Câmara Municipal de Lisboa e braço-direito de Carlos Moedas, Alberto Laplaine Guimarães, foi alvo de uma “suspensão imediata” de funções na CML esta terça-feira, dia 24.

Para além da suspensão, Alberto Laplaine Guimarães está impedido de contactar com qualquer trabalhador da autarquia ou com os restantes arguidos da operação ‘Lúmen’ – que investiga possíveis crimes financeiros relacionados com contratos para a montagem de iluminação de Natal. A decisão foi tomada pelo juiz do Tribunal de Instrução do Porto.

O gabinete do presidente da CML, Carlos Moedas, já reagiu e decidiu afastar Alberto Laplaine Guimarães das funções de secretário-geral da autarquia por considerar que, “não estando em causa o necessário e fundamental respeito pela presunção de inocência, (…) neste momento todos os esforços de Alberto Laplaine Guimarães devem estar focados na sua defesa e nos esclarecimentos que a situação exige”.

Além disso, refere ainda que “ao longo de várias décadas de dedicação ao serviço público, Alberto Laplaine Guimarães desempenhou um papel de elevada competência no funcionamento dos serviços municipais e de profunda dedicação à cidade de Lisboa, tendo trabalhado diretamente com os presidentes Nuno Krus Abecasis, Jorge Sampaio, João Soares, António Costa, Fernando Medina e Carlos Moedas”.

No despacho do tribunal, é referido também que a presidente da União de Associações de Comércio e Serviços (UACS) foi afastada imediatamente das suas funções na associação. Carla Salsinha fica ainda impedida de ir às instalações da UACS e de contactar tanto com os funcionários como com outros arguidos no caso.

Já um administrador da empresa Castros Iluminações Festivas, com sede em Vila Nova de Gaia, terá de pagar uma caução de 100 mil euros no prazo de 10 dias. Além disso, também foi suspenso das funções que exercia nas empresas que administrava.

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