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  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
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O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, anunciou este sábado, dia 8, a convocação de uma greve geral para 11 de dezembro, juntamente com a UGT, durante a manifestação que encerrou a Marcha Nacional contra o Pacote Laboral, proposto pelo Governo.

A decisão foi recebida com críticas por parte do primeiro-ministro. Luís Montenegro classificou a Greve Geral como “incompreensível” e acusou as duas centrais sindicais de atuarem movidas por “interesses partidários”.

“Estou a falar do Partido Comunista, que quer mostrar a sua existência através da CGTP, e do Partido Socialista, que também quererá afirmar-se como oposição, aproveitando alguma influência que tem na UGT”, afirmou o chefe do Governo.

Em declarações aos jornalistas, Montenegro considerou que a greve é “extemporânea e mesmo anacrónica”, sublinhando que “ainda não existe qualquer diploma aprovado em Conselho de Ministros”.

“Ninguém consegue compreender esta greve e, na minha opinião, não fica bem ao movimento sindical. Os sindicatos devem representar os trabalhadores, mas quando a realidade do País não é a dos sindicatos, alguma coisa está mal – e não é o País”, declarou.

O primeiro-ministro defendeu que o Governo “tem feito de tudo para evitar greves”, recordando que já foram celebrados “19 acordos laborais ou de incidência retributiva e de carreiras”. Montenegro acrescentou que “Portugal foi, entre os 38 países da OCDE, o que mais aumentou os rendimentos em 2024”.

Por sua vez, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, apelou à “contenção”, sublinhando que “a procissão ainda vai no adro” e defendendo que o País deve aguardar pela conclusão do processo legislativo. A proposta do Governo deverá ser discutida no Parlamento no final do ano.

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