Frase do dia

  • “Utilizou todas as formas de mentira”, Pacheco Pereira sobre André Ventura, no discurso dos 50 anos da Constituição
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Álvaro Cassuto morreu esta segunda-feira, dia 6, aos 87 anos, na sua casa no Guincho, em Cascais. A notícia foi confirmada por fonte próxima da família.

Ao longo da sua carreira, Álvaro Cassuto destacou-se como um dos mais importantes maestros portugueses. Fundou a Nova Filarmonia Portuguesa, colaborou com várias orquestras dentro e fora do País e deixou um vasto legado musical, incluindo gravações completas das sinfonias de Joly Braga Santos.

Nasceu no Porto, a 17 de novembro de 1938 e estudou com nomes importantes da música em Portugal, como Artur Santos e Fernando Lopes-Graça. Em 1960, participou nos cursos internacionais de Darmstadt, na Alemanha, onde conheceu alguns dos maiores compositores do século XX, como Karheinz Stockhausen, Gyorgy Ligeti e Olivier Messian.

Álvaro Cassuto formou-se em direção de orquestra com o maestro Pedro Freitas Branco, conhecido internacionalmente pela interpretação da obra de Maurice Ravel. Mais tarde, continuou os seus estudos em Berlim com Herbert von Karajan, por quem tinha uma forte admiração.

À família e amigos, o 24Horas endereça as mais sentidas condolências.

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