Frase do dia

  • “Se for culpado (Prestianni), acabou para mim”, José Mourinho
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A tragédia que abalou o Hospital Amadora-Sintra, devido à morte de uma grávida e do seu bebé, mobilizou uma onda de solidariedade que permitiu à família reunir os fundos necessários para a trasladação dos corpos.

Perante a dificuldade financeira para suportar os custos do funeral e da trasladação dos corpos, amigos, vizinhos e desconhecidos uniram esforços numa campanha de angariação de fundos. A resposta foi rápida, permitindo à família cumprir o desejo de sepultar mãe e filho no seu país de origem, a Guiné Bissau. Até ao momento já foi possível angariar 4500 euros.

O episódio, recorde-se, aconteceu a 29 de outubro, quando a mulher, de 36 anos, acompanhada pelo SNS desde as 20 semanas de gestação, se dirigiu ao hospital para uma consulta de rotina, momento em que lhe foi detetada uma ligeira hipertensão.

Após regressar a casa com uma nova consulta agendada, Umo Cani voltou ao hospital dois dias mais tarde, já em paragem cardiorrespiratória. Decretado o óbito da mãe, os profissionais de saúde realizaram uma cesariana de emergência para tentar salvar a bebé mas também a recém-nascida acabou por morrer mais tarde.

A iniciativa destaca a importância das redes de apoio social, essenciais para ajudar famílias em situações de vulnerabilidade extrema: “A solidariedade demonstrada foi fundamental para amenizar o sofrimento e garantir uma despedida digna”, referiu um dos organizadores da campanha.

O caso voltou a meter os holofotes na ministra da saúde, Ana Paula Martins, levantando ainda mais questões sobre o acompanhamento a grávidas e a necessidade de reforçar o SNS. Esta é mais uma tragédia que serve para alertar para a importância de garantir cuidados adequados e respostas céleres em situações de emergência.

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