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  • ''Não compreendo o que estás a fazer na Gronelândia'', Emmanuel Macron para Donald Trump
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Uma mulher de 29 anos foi declarada morta, chegou a ser coberta no local do acidente por uma equipa de emergência e só não teve o corpo removido porque outra equipa médica percebeu que a vítima ainda estava viva e iniciou manobras de reanimação, após um atropelamento numa estrada do interior do estado de São Paulo, no Brasil.

O atropelamento ocorreu ao início da noite de domingo, na Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), na região de Bauru, quando a mulher tentava atravessar a via e foi atingida por um automóvel. O condutor permaneceu no local e colaborou com as autoridades.

Na avaliação inicial, a primeira equipa de emergência não detectou sinais vitais e declarou o óbito. O corpo ficou deitado no asfalto, coberto, enquanto a rodovia era parcialmente interditada para os procedimentos habituais nestas situações.

Minutos depois, um médico socorrista de outra equipa, também mobilizada para o acidente, reparou que a mulher apresentava sinais respiratórios, iniciando de imediato as manobras de reanimação.

Após recuperar os sinais vitais, a vítima foi transportada em estado grave para o hospital de Bauru e posteriormente internada na Unidade de Terapia Intensiva, onde permanece sob vigilância médica.

Perante o episódio, a entidade responsável pelo serviço de emergência no município anunciou a abertura de um inquérito para apurar eventuais falhas no atendimento inicial. A médica que declarou o óbito foi afastada preventivamente das funções até à conclusão do processo.

A mãe da vítima relatou o choque ao ser informada da morte da filha e, pouco depois, ao saber que esta estava viva, descrevendo momentos de profunda angústia e incredulidade.

O caso está agora sob análise administrativa e levanta dúvidas sobre os protocolos de confirmação de morte em situações de emergência extrema.

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