Frase do dia

  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
  • “Se o Sporting tivesse perdido, estavam cá mais jornalistas”, Rui Borges, após o Sporting golear o Bodo/Glimt, na Liga dos Campeões
Search

Mafalda Livermore, militante do Chega e antiga vogal do Conselho de Administração dos Serviços Sociais da Câmara Municipal de Lisboa (SSCML), reagiu esta terça-feira à noite, na CMTV, às acusações de arrendar casas a imigrantes em situação ilegal, garantindo que é inocente e classificando o caso como uma “situação mediática encomendada”.

“Até prova em contrário, eu sou inocente”, afirmou, rejeitando as acusações e assegurando que as pessoas a quem arrendou casa não estavam em situação ilegal.

Durante a entrevista, Livermore defendeu que está a ser alvo de uma “perseguição cerrada” e acusou diretamente o ex-Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e a advogada Rita Garcia Pereira de terem pressionado a Câmara Municipal de Lisboa para a sua exoneração.

A menção a Rita Garcia Pereira é feita sublinhando que a advogada é “ex namorada de Bruno Mascarenhas”, vereador do Chega na CML, e sugere uma intriga passional.

Segundo relatou Livermore, que o antigo Presidente da República, quer Rita Garcia Pereira terão contactado a autarquia quando foi nomeada, pedindo a sua saída imediata. A ex-administradora afirmou ainda ter confrontado o vice-presidente da câmara, Gonçalo Reis, sobre essa alegada intervenção, referindo a existência de um áudio da conversa.

“Ele sabe exatamente o que se passou”, disse, acrescentando que o responsável autárquico terá reconhecido a situação, embora tenha justificado a necessidade de proteger a instituição. Questionada sobre se sentiu pressão para sair, respondeu que sim.

A mesma militante acrescenta ainda que André Ventura, seu “ídolo”, acredita na sua versão dos factos.

Livermore afirmou também que foi “obrigada a estar calada” enquanto desempenhou funções nos serviços sociais, alegando que a sua posição se fragilizou após ter identificado problemas financeiros internos. “Descobri um buraco financeiro (…) e, a partir daí, deixei de ser útil”, declarou.

A ex-administradora considera que o mediatismo em torno do caso serve para desviar atenções de questões internas da autarquia. “O tema deveria ser o buraco financeiro nos serviços sociais, mas isso não interessa”, afirmou.

As declarações surgem depois de uma reportagem da RTP também referir investigações do Ministério Público relacionadas com alegado exercício ilegal de atos próprios de advogados, acusações que Livermore rejeitou, garantindo nunca ter prestado serviços jurídicos.

Crédito: CMTV

Recomendado para si