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  • ''Neutralidade de Montenegro será lesiva para o PSD'', David Justino
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As declarações do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre o alegado afastamento de militares europeus das linhas da frente no Afeganistão estão a gerar forte indignação em vários países que integram a NATO, onde responsáveis políticos e figuras públicas classificam as palavras como ofensivas e desrespeitosas.

Numa entrevista transmitida quinta-feira no programa ‘Mornings with Maria’, da Fox Business Network, Trump afirmou que os Estados Unidos “nunca precisaram” da aliança transatlântica e acusou os aliados europeus de terem estado “um pouco afastados das linhas da frente” durante o conflito no Afeganistão.

As declarações motivaram críticas imediatas. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, considerou os comentários “insultuosos” e “chocantes”. “Considero as declarações do presidente Trump insultuosas e, francamente, chocantes, e não me surpreende que tenham causado tanta dor aos familiares daqueles que foram mortos ou feridos”, afirmou Starmer. Questionado pelos jornalistas, o chefe do governo britânico deixou implícita a necessidade de um pedido de desculpas. “Se eu tivesse cometido um lapso dessa natureza ou proferido tais palavras, certamente pediria desculpa”, acrescentou.

O Reino Unido perdeu 457 militares no Afeganistão, naquele que foi o seu conflito externo mais mortífero desde a década de 1950. Durante alguns dos anos mais intensos da guerra, as forças britânicas lideraram a campanha aliada na província de Helmand, uma das regiões mais instáveis e violentas do país. Em paralelo, o Reino Unido atuava como principal aliado dos Estados Unidos no terreno no Iraque.

Também o ministro dos Negócios Estrangeiros dos Países Baixos, David van Weel, condenou as declarações de Trump, classificando-as como falsas e desrespeitosas.

O príncipe Harry, que serviu no Afeganistão, reagiu igualmente em comunicado, defendendo que “esses sacrifícios merecem ser retratados com verdade e respeito”. “Eu servi no Afeganistão. Fiz lá amigos para a vida. E perdi amigos lá. Só o Reino Unido teve 457 militares mortos”, declarou.

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