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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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O ministro da Defesa, Nuno Melo, negou esta sexta-feira, dia 7, uma notícia do Expresso que afirmava que os novos helicópteros Black Hawk, destinados à Força Aérea e ao apoio ao INEM, não seriam adequados para missões de emergência.

Numa publicação na rede social X, Melo acusou o jornal de divulgar informação falsa, lembrando que o próprio relatório do INEM considera o Black Hawk “uma excelente escolha para evacuação médica”, destacando a sua versatilidade e desempenho acima dos padrões esperados.

O Expresso citou, no entanto, o médico Vítor Almeida, antigo presidente do Colégio de Medicina de Urgência e Emergência, que defende que os helicópteros “não permitem transporte primário” por serem grandes, lentos a descolar e muito ruidosos, o que dificultaria operações diretas no local de acidentes.

O ministro reafirmou que investir em meios para salvar vidas é um dever do Estado e que as Forças Armadas “servem o povo, não interesses económicos”. Além disso, reiterou que não há helicópteres perfeitos que se possam usar em todas as situações. Para cada uma, há especificações próprias que requerem uma resposta adequada. Ter versatilidade de meios é, por isso, importante.

O Governo planeia adquirir quatro Black Hawk até agosto de 2026, num investimento de cerca de 32 milhões de euros, financiado pelo PRR. As aeronaves, com capacidade para 12 passageiros e tripulação de dois pilotos, serão operadas pela Força Aérea, podendo ser usadas tanto em missões médicas como em combate a incêndios e transporte aéreo.

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