Frase do dia

  • “Já fui para o hospital várias vezes. Depois percebi que era ansiedade”, Joana Marques
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Até onde é que pode ir a paixão por um clube de futebol? Para Nelinho, ferrenho adepto do FC Porto, o limite, para já, é um museu com mais de 14 mil peças dos dragões.

O 24Horas falou com o dono do museu, que ainda não fez um ano de vida, que contou tudo sobre este local repleto de peças da história do FC Porto: “Temos um café aqui na zona do Freixeiro, Matosinhos. Como tinha um espólio muito grande guardado da minha vida em comum com o FC Porto (…) Foram anos e anos a acompanhar o FC Porto nas deslocações, tanto no estrangeiro como em Portugal, e foi acumulando. Temos camisolas de ex-jogadores, de atuais. São já mais de 14 000 objetos.”

A influência da filha, Rita Luena, e da mulher, Ana Oliveira, também foram fundamentais para o nascimento do museu: “Sem a minha esposa, nada disto seria possível. O meu sogro e a minha filha foram, sem dúvida, a melhor ajuda que fez este sonho tornar-se realidade.”

De entre os mais de 14 mil objetos, foi difícil escolher um para Nelinho: “Eu tenho aqui um dragão de ouro, que não é meu, foi oferecido ao museu pelo dr. António Lobo Xavier, que ganhou esta distinção, em 2008. É dos objetos que mais me marcam”, revelou. Outro objeto, que ainda não chegou, mas já tem lugar reservado, é a camisola de homenagem a Jorge Nuno Pinto da Costa: “Agora há uma camisola que o FC Porto criou para homenagear o ex-presidente, presidente dos presidentes, Jorge Nuno Pinto da Costa. Ainda não chegou, mas está próximo de chegar e também já tem o lugar reservado aqui.”

Para tristeza de Nelinho, Pinto da Costa nunca pôde conhecer o seu museu, mas a visita de André Villas-Boas já está prometida, apesar de não ter data agendada: “Sim, está apalavrado. Neste momento, não há agenda para a direção, porque tem de ser algo muito protocolar, mas já está prometida. Eles têm conhecimento do que é o museu. Já muita gente fala do museu lá no estádio, na SAD, nos escritórios e toda a gente fala no Nelinho.”

Apesar do amor pelos dragões, o dono do museu demonstra um grande fair-play e respeito pelos adeptos dos outros clubes e revela que fãs de outras equipas ficam maravilhados com o espaço: “Não quis misturar o café com o Porto. Tenho respeito pelos clientes que são de outros clubes. Acima de tudo, há um respeito enorme, porque, se eu quero ser respeitado, tenho que respeitar os outros. Mas o museu também está aberto ao público de outros clubes. E o que me fascina é adeptos de outros clubes que chegam aqui e ficam maravilhados com o que está aqui. Isto está organizado, está bonito e está para toda a gente.”

O padrinho deste museu é “o maravilhoso António Oliveira”, revelou Nelinho ao 24Horas. Oliveira, recorde-se, foi jogador e treinador do FC Porto, tendo ganho diversos títulos nacionais ao serviço dos dragões.

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