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  • ''A Venezuela está a correr bem'', Donald Trump
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Chamava-se António Vilar e foi um dos grandes atores da década de 50 e 60 que Portugal mandou para o mundo. Protagonizou com Brigitte Bardot o filme “La Femme et le Pantin” (“A Mulher e o Fantoche”, em português), de Julian Duvivier em 1959, quando a atriz francesa era uma verdadeira bomba sexual. Foi ele o português que concretizou o sonho de tantos outros: ter B.B. nos braços.

Em cima, algumas das cenas de “A Mulher e o Fantoche”.
Brigitte Bardot revelou, mais tarde numa autobiografia
que, o ambiente de filmagens era tóxico e pouco harmonioso
devido ao temperamento do realizador, Julian Duvivier

A estreia do filme, em março de 1960, trouxe-a numa visita relâmpago de dois dias a Portugal onde foi recebida como uma verdadeira estrela, com direito a escolta policial e multidões à espera para um vislumbre e um autógrafo à porta do Hotel Ritz, onde ficou hospedada. Acompanhada pelo marido da época, o ator francês Jacques Charrier, o casal teve em António Vilar o cicerone para os (poucos) passeios que realizou na capital. Vilar, o ator português com porte de galã, ofereceu-lhe uns sapatos como marco da experiência que os fez cruzarem-se.

Histórias da época propagaram o rumor de uma paixão entre Vilar e Bardot, mas nada que o comprove. Muitos apontam para que esse “romance” tenha transbordado dos ecrãs para a boca dos fãs, dadas as cenas intensas do filme. “A Mulher e o Fantoche” foi a primeira película a cores do realizador Duvivier, e na altura classicada como “só para adultos”.

O cartaz do filme, que conta a história da paixão de um senhor rico por uma mulher fria que ignora as suas investidas

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