Frase do dia

  • “Já fui para o hospital várias vezes. Depois percebi que era ansiedade”, Joana Marques
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As obras de José Saramago podem deixar de ser leitura obrigatória no ensino secundário em Portugal, de acordo com a proposta de revisão das ‘Aprendizagens Essenciais’ (AE), colocada em consulta pública pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação.

O documento, que define “um núcleo fundamental de conhecimentos, capacidades e atitudes que cada disciplina deve assegurar”, estará em discussão até 28 de abril. O objetivo passa por recolher contributos de professores, escolas, instituições de ensino superior e outros especialistas, de forma a que “os documentos finais beneficiem da experiência dos professores, das escolas, das associações profissionais, das instituições de ensino superior e de outros atores com conhecimento relevante sobre o currículo, as práticas pedagógicas e a avaliação”.

Atualmente, no 12.º ano, os alunos estudam obrigatoriamente obras do Nobel da Literatura de 1998, podendo escolher entre ‘Memorial do Convento’ (1982) e ‘O Ano da Morte de Ricardo Reis’ (1984). Com a proposta agora apresentada, passa a existir uma alternativa: ‘Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde’ (1994), de Mário de Carvalho, que poderá ser lecionada em substituição.

Após o período de consulta pública, o Ministério prevê avançar com a versão final do documento, que poderá entrar em vigor já no próximo ano letivo, caso venha a ser aprovado.

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