Frase do dia

  • “Se for culpado (Prestianni), acabou para mim”, José Mourinho
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O ‘Olhe que não, olhe que não’ desta semana é dedicado à relação entre a Europa e a Rússia, que vive um dos períodos de maior tensão desde o fim da Guerra Fria. Uma análise de Jaime Nogueira Pinto e Francisco Seixas da Costa para ver e ouvir aqui no site do 24Horas, no YouTube e no Spotify.

Após a invasão da Ucrânia, o diálogo Europa-Rússia foi severamente reduzido. Sucederam-se sanções económicas e iniciativas de apoio militar à Ucrânia. Em paralelo, a NATO reforçou a sua presença no flanco oriental, enquanto a Rússia intensificou a mobilização militar e a retórica estratégica, aumentando o risco de escalada e a instabilidade na segurança europeia.

No entanto, também as relações entre os Estados Unidos e a Europa atravessam um período de incerteza, marcado pela imprevisibilidade da política externa norte-americana. Crescem as dúvidas na Europa quanto à solidez do compromisso americano com a segurança do continente, o que tem acelerado o debate sobre autonomia estratégica.

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