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  • ''Perdemos com o Sporting porque o futebol é um desporto de merda'', Luis Enrique
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Há várias explicações para a localização dos bairros precários, na Área Metropolitana de Lisboa (AML), situados nas cinturas norte e sul da capital.

O 24Horas falou com o João Rafael dos Santos, professor associado da Faculdade de Arquitetura da Universidade Técnica de Lisboa e especialista em Estudos Urbanísticos na AML. O académico explica os fatores que levam à construção destes bairros.

Surgem como consequência da falta de acesso à habitação, que se agudizou sobretudo na última década.

O Plano Especial de Realojamento (PER) posto em marcha há cerca de 30 anos, realojou milhares de pessoas, na AML. Ainda assim, persistem bolsas de habitação precária.

As barracas erguem-se, também, em zonas próximas do local de trabalho e em terrenos que já tiveram outras servidões, como antigas zonas industriais abandonadas ou terrenos militares em desuso mas que continuam a pertencer ao Estado.

Algumas ocupações resultam, ainda, da construção de grandes infraestruturas. Neste caso, os moradores que trabalhavam nessas obras foram formando esses núcleos de autoconstrução.

Na última década, ainda segundo o especialista em Estudos Urbanísticos da AML, a crise no acesso à habitação empurrou muitos trabalhadores para esta situação.

Se antes, era possível encontrar rendas ou casas para comprar a preços acessíveis à classe média-baixa, nas periferias, isso hoje já não acontece. E, na opinião do académico, a tendência é para que este problema cresça. Isto porque estamos “perante uma ausência estrutural de resposta que permita habitação a uma camada cada vez maior da população”.

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