Assinala-se hoje, 29 de abril de 2026, um ano desde a primeira publicação do 24 Horas nas redes sociais. Um...
Assinala-se hoje, 29 de abril de 2026, um ano desde a primeira publicação do 24 Horas nas redes sociais. Um ano pode parecer pouco tempo na vida de um projeto de ‘media’, mas, no nosso caso, foi mais do que suficiente para provar que havia espaço — e necessidade — para saber fazer diferente.
Sem favor, nem qualquer tentação de exagero, o 24Horas afirmou-se neste ano como um projeto inovador e, em muitos aspetos, pioneiro no panorama dos ‘media’ nacional. Os números falam por si: 100 milhões de visualizações orgânicas mensais nas redes sociais, com quase 300 mil seguidores, não são apenas um indicador de alcance, são sobretudo um sinal claro de relevância, de êxito e também de credibilidade.
Num tempo em que a atenção é o ativo mais escasso, conquistar diariamente milhões de pessoas exige mais do que presença — exige consistência, qualidade e identidade.
Este crescimento não aconteceu por acaso. Resulta do trabalho de uma equipa jovem, coesa, focada e determinada, que trabalha com uma energia rara e uma ambição saudável. Mas também de uma produção experiente e cuidada, que garante que cada conteúdo publicado respeita critérios de exigência editorial e de responsabilidade. Esta combinação — juventude e experiência — é, talvez, uma das maiores forças do 24Horas.
Ao longo deste primeiro ano, sentimos de forma clara o apoio do mercado. Parceiros, marcas e instituições reconheceram valor no que estamos a construir. Esse reconhecimento não é um ponto de chegada; é um estímulo permanente. Obriga-nos a fazer melhor todos os dias, a inovar sem perder o rigor, a crescer sem perder a identidade.
Com quase cinco décadas de ligação ao setor da comunicação — que completarei em 2029 — posso afirmar com total convicção: poucos projetos me deram tanto prazer e orgulho como o 24Horas. Não apenas pelos resultados alcançados, mas pela forma como foram conquistados — com trabalho, com visão e com uma crença firme de que era possível reinventar a forma como se faz informação.
Este primeiro ano não é um fim. É, na verdade, o verdadeiro começo. E se há algo que estes 12 meses nos ensinaram, é que o futuro dos ‘media’, pese embora a descrença dos que preferem o comodismo e a ausência de rasgo, não pertence a quem resiste à mudança, mas sim a quem a sabe liderar.
*Fundador e CEO do projeto 24Horas