Frase do dia

  • ''Não compreendo o que estás a fazer na Gronelândia'', Emmanuel Macron para Donald Trump
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Rui Paulo Sousa

Dezembro terminou como começou: na rua, com os portugueses e longe do conforto do sistema. A visita a Vila Nova...

Dezembro terminou como começou: na rua, com os portugueses e longe do conforto do sistema. A visita a Vila Nova de Milfontes mostrou, mais uma vez, a diferença entre quem enfrenta o país real e quem prefere discursos ensaiados. As pessoas não querem candidatos neutros nem figuras de papel – querem liderança.

O novo cartaz de campanha tornou isso evidente. Não mente, não insulta, não provoca. Diz o óbvio. E foi o suficiente para gerar ataques, pedidos de censura e indignação seletiva. Quando a verdade incomoda, o sistema reage sempre da mesma forma: tenta silenciar.

O contraste com outros candidatos é claro. Gouveia e Melo quer autoridade sem debate e prestígio sem confronto político. Marques Mendes é o retrato do sistema que comenta tudo, mas nunca muda nada. Nenhum outro candidato rompe, nenhum arrisca, nenhum enfrenta.

Este último mês do ano foi o espelho do que está em jogo: cartazes censurados, decisões judiciais politizadas, um Natal que alguns tentam esvaziar de identidade e uma elite que prefere um país dócil e calado.

Ao longo de todas as crónicas de dezembro, uma constante manteve-se: coerência. Enquanto outros adaptam o discurso à conveniência mediática, André Ventura manteve o rumo, o tom e a coragem.

Seguimos a caminho de Belém sem pedir licença, contra a Censura do Regime. Porque Portugal não precisa de candidatos decorativos. Precisa de verdade. E a verdade não se cala.

Rui Paulo Sousa é mandatário e responsável financeiro da campanha de André Ventura