Frase do dia

  • ''Vou ser Mourinho até ao fim', José Mourinho
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António Galamba

Num país em que a ligeireza das afirmações, das acusações e da maledicência escalou da conversa de café para a...

Num país em que a ligeireza das afirmações, das acusações e da maledicência escalou da conversa de café para a escala global das redes sociais, dos comentadores alojados nos media e dos protagonistas políticos, por vezes, meros gestores da sua circunstância, é fácil rotular quem se chega à frente com os mais variados epítetos, próprios de quem nunca ou raramente teve de meter a mão da massa para fazer. Esta ligeireza da palavra dita isenta de escrutínio quem está pejado de confusões entre a política, o comentário e os negócios, quem é uma folha em branco pronta a ser configurada por terceiros ou quem faz do protesto inconsequente e do populismo uma estranha forma de vida, mas pretende ser implacável com quem representa um risco para os instalados, os privilegiados ou de sempre.

Dizem que Seguro não tem coragem, foi por isso que avançou para uma candidatura presidencial suprapartidária sem o apoio de nenhum interesse particular instalado ou partido, que no passado colocou o país à frente da sobrevivência política, depois de ter vencido duas eleições (autárquicas e europeias), que votou sozinho no parlamento contra o aligeirar das regras de financiamento dos partidos ou que reformou o parlamento com mais direitos para a oposição quando o PS estava no poder. Também foi por não ter coragem que, em defesa da independência de Timor-Leste, foi detido na EXPO92, depois de um protesto pacífico à porta do pavilhão da Indonésia.

Dizem que Seguro é só generalidades, é por isso que construiu um percurso político marcado por ideias e causas que, sendo muitas vezes minoritárias quando foram afirmadas, acabaram por se impor como consensos indispensáveis. Defendeu cedo uma resposta ao resgate financeiro da Troika assente no crescimento e na coesão social, recusando a austeridade cega quando esta ainda era apresentada como inevitável; sustentou a necessidade de uma Europa solidária, com partilha de riscos e instrumentos comuns, incluindo a mutualização da dívida e os eurobonds, princípios que viriam a concretizar-se mais tarde através da emissão de dívida europeia comum; afirmou a centralidade do Parlamento, da fiscalização democrática e do equilíbrio entre poderes; insistiu na ética, na transparência e na separação entre interesses públicos e privados; valorizou o compromisso político e a cultura de diálogo num tempo dominado pelo confronto; e chamou a atenção para a coesão territorial e o interior do país muito antes de estas se tornarem prioridades transversais. O país precisa de um presidente que antecipe, que fale no tempo certo e que seja consequente, não um palavroso televisivo que destrói o valor da palavra e da função.

Dizem que Seguro não tem carisma, não entusiasma, é por isso que, na Feira da Caça em Mértola, na Feira do Mel e da Castanha na Lousã, no Mercado Municipal da Guarda e onde quer que vá no país, fica horas a ouvir e a dialogar com as pessoas, mantendo em todo o território raízes profundas de proximidade e sintonia com o sentir das pessoas, das empresas e das comunidades, a par de relevantes contactos internacionais das suas experiências políticas europeias e internacionais.

O país dos preconceitos, das cartas marcadas e das ligeirezas mediáticas e digitais precisa de ser posto na ordem pelo voto do país real, que sente, que tem força e pode ter uma voz que o oiça e atue por ele em Belém: António José Seguro, focado nas pessoas, no país como um todo, nas comunidades, na Constituição e no interesse nacional. A 18 de janeiro, para fazer o que ainda não foi feito.

António Galamba é apoiante da candidatura de António José Seguro