A fechar este ano de 2025 – e antes de pensar no Ano Novo que está mesmo a “bater-nos à...
A fechar este ano de 2025 – e antes de pensar no Ano Novo que está mesmo a “bater-nos à porta” – nada como perguntar se é mesmo este o Portugal que queremos… o Portugal com que sonhamos… o Portugal que imaginamos ajudar a construir…
Um Portugal com futuro, sem constrangimentos, livre e sem mordaças, sem casos que nos envergonhem enquanto comunidade!
Como – a título de exemplos mais paradigmáticos- os casos da espera nas urgências dos hospitais, ou – também de espera-nos aeroportos nacionais…
Os primeiros (os dos que precisam de recorrer ao Serviço Nacional de Saúde) chegando, nalguns casos, às 26 horas de espera…
Os segundos (os que tentam entrar no País pelos aeroportos nacionais) chegando a esperar 7 horas para passar o controle de passaportes…
Aos primeiros, com tanta gente sem ter outro “remédio” senão esperar, o Governo – que prometeu resolver o problema das urgências em 60 dias – pede paciência… quase 2 anos depois de entrar em funções.
Aos segundos, porque a espera já tem muita gente influente e com poder lá pelo meio – como o atestam alguns dos que publicamente expressam a sua revolta pela situação – resolve responder com a suspensão do rigor das regras de entrada em território português.
Em tempos de concessão de pontes atrás de pontes… (e pensar eu que um Governo “começou a ser demitido” por ter concedido um único dia de tolerância de ponto)… nada como pedir para esperar ou “levantar as guardas” para toda a gente poder entrar.
Mas – pergunto eu – não chegará de tanta incompetência???
Não será o tempo de dizer basta a tanta situação incompreensível???
Não haverá um tempo para pensar mais nos portugueses e menos nos interesses de alguns – pouquíssimos – sempre beneficiados em cada distribuição de lugares, feita pela fidelidade ao líder e não pela capacidade e pela competência???
Dia 18 de Janeiro poderemos começar a corrigir isto tudo e votar em quem acharmos que vai – mesmo – ajudar a construir o Portugal que queremos!!!
Para acabar com este estado de coisas… eu, por mim já decidi!
Para termos – todos – um grande 2026.