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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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Manuel dos Santos

António José Seguro será eleito, no próximo dia 8, Presidente da República de Portugal. Será uma escolha inequívoca dos cidadãos portugueses...

António José Seguro será eleito, no próximo dia 8, Presidente da República de Portugal.

Será uma escolha inequívoca dos cidadãos portugueses e uma decisão acertada. Perante uma sociedade fragilizada e à beira do abismo social, impõe-se alguém “livre e sem amarras”, que queira unir e não semear ódios, mentiras e frustrações.

Nesta segunda volta das presidenciais, para que Seguro fosse eleito bastaria obter mais um voto do que o seu adversário. Mas isso não basta ao país, não renova o sistema nem honra a democracia arduamente conquistada em abril de 1974.

O candidato da decência, da transparência, da moderação e da inclusão tem de ser apoiado de forma esmagadora. Por ele, mas sobretudo pelo futuro de Portugal.

O seu adversário assume uma política de divisão, de mentira e de confronto, utilizando a notoriedade mediática que lhe tem sido concedida e o uso abusivo das redes sociais para espalhar ódio e falsidade. Ventura, capturado pela sua ambição desmedida, é um verdadeiro “semeador de ódios” e acabará, mais cedo ou mais tarde, prisioneiro das armadilhas que constrói.

É certo que, entretanto, causará prejuízos à nossa democracia liberal, mas esse é o preço pago por quem quer viver em liberdade e defendê-la para todos.

Ficou claro, para observadores atentos, que o resultado das eleições autárquicas foi um relativo fracasso para o Chega. Também foi evidente que o resultado da primeira volta das presidenciais constituiu um duro revés para Ventura, com menos 110 mil votos do que nas legislativas. No próximo domingo ficará ainda mais claro que Ventura e o Chega acentuarão o seu percurso rumo à irrelevância.

Aliás, o próprio candidato da extrema-direita começou a percebê-lo, ao declarar que, qualquer que seja o resultado, ele e o seu partido liderarão apenas o espaço político não socialista, abandonando a proclamação de ser o líder de toda a direita.

Mais significativo do que os resultados eleitorais é a fragilidade interna do Chega, comprovada pelos sucessivos abandonos de dirigentes e autarcas. Um partido construído sobre práticas oportunistas e sem coerência ideológica só pode terminar assim: a democracia, a prazo, impõe-se.

Em contraste, o futuro Presidente da República afirmou desde o início que vinha para unir, cumprir e fazer cumprir a Constituição, garantir estabilidade e promover políticas públicas orientadas para as necessidades de todos os portugueses.

Para Seguro, a estabilidade política não é um fim em si mesma, mas uma condição indispensável ao desenvolvimento e à coesão social. Aqueles que alimentavam cenários de instabilidade deverão agora rever as suas ambições.

Embora em política não existam certezas absolutas, com António José Seguro na Presidência, a queda frequente de governos e eleições sucessivas tornam-se um cenário improvável. Exercendo a sua magistratura com firmeza e discrição, respeitará o semi-presidencialismo e não deprimirá conflitos na praça pública.

Em suma não será exclusivamente uma magistratura de influência mas antes uma verdadeira magistratura de incentivo, como defendia e praticava Jorge Sampaio.

Seguro é um candidato suprapartidário e será um Presidente equidistante de todos os partidos que respeitem a Constituição. É reconfortante para o país verificar que entre os seus apoiantes se encontram figuras como Ramalho Eanes e Leonor Beleza, referências maiores da nossa democracia.

Defenderam a Verdade e a Solidariedade contra a Mentira e a sementeira do Ódio. Afinal, nem tudo está perdido na política portuguesa e ainda há endossos que valem a pena.