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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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Rui Gomes da Silva

Em tempos de Natal… nada de temas fraturantes nem palavras que dividam os portugueses... Por isso me veio à cabeça a...

Em tempos de Natal… nada de temas fraturantes nem palavras que dividam os portugueses…

Por isso me veio à cabeça a preocupação de muitos analistas, tantos jornalistas e tantos políticos sobre a necessidade de defenderem aquilo a que eles chamam… “o regime”!

E dei comigo a pensar que terá sido essa a preocupação de muitos, ao longo da História, sem sucesso – diga-se – porque a vida faz-se dessa mesma evolução!

E dei comigo a recordar – para não ir muito lá para trás – que esse terá sido o drama dos defensores do “antigo regime” absolutista contra os ventos do liberalismo e da consagração das monarquias constitucionais.

Como o terá sido entre “vintistas” e “cartistas” ou, depois, sucessivamente, entre “cabralistas”, “fontistas”, “rotativistas”, “franquistas” ou “republicanos” (sem ser exaustivo), até ao 5 de Outubro de 1910.

Ou, já na Republica, entre cada um e os outros (tal foi a proliferação de governos, partidos e movimentos) ou entre estes – todos – e o “sidonismo”.

Ou entre os “democratas” e os adeptos da “ditadura nacional” e o que o “salazarismo” fez dessa mesma ditadura e – sejamos honestos – o “marcelismo” ajudou tanto a destruir e a criar caminhos para que a “revolução dos cravos” tivesse o êxito que conhecemos.

Ou, já depois do 25 de Abril, no regime atual, apesar de tantos, à esquerda e à direita, terem sonhado com a IV República (III para quem acha que o “Estado Novo” não foi… nada), entre “Sá Carneiristas”, “soaristas”, “eanistas” ou “cavaquistas”.

E agora… essa mesma esquerda e esse mesmo “centrão”, sem líderes à altura, repete-se, até à exaustão, na necessidade de defender o regime… como se fosse possível… parar um rio imenso (a vontade popular), com um pequeno dique feito de tijolos (os interesses), ligados entre si por uma argamassa inconsistente e sem qualidade (como a grande maioria dos políticos que os servem, através dos partidos que de que se apropriam e “capturam”, com os famosos “sindicatos de voto”, ou pela eleição de líderes menores (goste-se ou não) fariam ou ainda fazem os líderes históricos dos grandes partidos do regime dos últimos 50 anos serem grandes figuras ao pé daqueles.

O problema é mesmo esse… o tempo… que tal como para o resto… passa cada vez mais depressa.

E 50 anos – nos tempos de hoje – é, mesmo, muito tempo.

Não o seria se o regime se tivesse reinventado… mudando a Constituição e as leis básicas do regime para – com novo ímpeto e novo fôlego – ser capaz de oferecer ao povo o que o povo quer.

Ao não o ter feito, ficando refém dos interesses e da mediocridade, o regime acelerou o seu próprio fim.

E “cairão”… mesmo que ainda – durante uns tempos – se agarrem a tudo, até aos tribunais, para calar a verdade.

Um fim de regime que deve ser feito com respeito pelos limites que temos que impor a nós mesmos.

Um sucessão feita com respeito absoluto pelo voto popular, pela democracia, em liberdade, com regras, com respeito pelas minorias e tendo como pedra basilar a defesa e a garantia da dignidade humana.

Sem revoluções… mas sem os outros limites… que os “donos do regime” – em Lisboa ou em Bruxelas – tentam impor.

Para que “possamos mudar de políticos e, também, de políticas”.

E essa mudança – por muito que lhes custe – pode mesmo acontecer… vai começar a acontecer… no próximo dia 18 de Janeiro de 2026!!!