Em plena quadra natalícia, entre doces e reencontros familiares, o inevitável tema das eleições presidenciais surge nas conversas um pouco...
Em plena quadra natalícia, entre doces e reencontros familiares, o inevitável tema das eleições presidenciais surge nas conversas um pouco por todos os lares nacionais.
E, neste particular, mais do que demagógicas propostas – bem fora dos poderes constitucionalmente previstos para o Presidente da República -, numas eleições verdadeiramente atípicas, discute-se o perfil do Presidente, as suas características para a suprema magistratura da nação.
Sendo uma das essenciais qualidades, que tipo de experiência tranquilizará os portugueses em momentos de crise?
A experiência dos corredores do poder, dos discursos redondos e vagos, da ligação aos interesses (mais ou menos) instalados, das grandes performances televisivas?
Ou, a experiência da liderança discreta, mas eficaz, particularmente em momentos-limite (incluindo da própria vida), da condução de outros por uma causa, um ideal (e não só do seu próprio ego), servindo o País e não servindo-se?
Gouveia e Melo tem essa experiência de vida (defendendo vidas) tão necessária nos sensíveis momentos que vivenciamos hoje em Portugal e no Mundo.
André Pardal, advogado e antigo deputado do PSD, é apoiante da candidatura de Gouveia e Melo