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  • “Trump nem saberá onde fica o Irão”, Miguel Sousa Tavares
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António Galamba

A Liberdade e Democracia, que nos trouxeram a possibilidade de alguns dizerem dislates nunca admissíveis no Estado Novo, conferiu-nos direitos,...

A Liberdade e Democracia, que nos trouxeram a possibilidade de alguns dizerem dislates nunca admissíveis no Estado Novo, conferiu-nos direitos, liberdades e garantias inalienáveis, como o direito ao voto. Sim, o nosso voto é uma expressão democrática da vontade individual sobre o que queremos em cada momento. Não deve e não pode ser a única expressão cívica, mas é fundamental.

O voto de cada um de nós conta, é um mínimo de compromisso com o todo que queremos. Não deve e não pode ser a única expressão da vida em comunidade, mas importa ter a noção de que custou muito a conquistar para ser desperdiçado por desistência, incúria ou indiferença.

O seu voto é útil, ainda mais numas eleições em que todos votam para o mesmo, num círculo único, também propenso a eventuais tentações negativas de manipulação nas mesas de voto mal cobertas pela fiscalização das candidaturas.

Se está cansado com o funcionamento do sistema democrático, a falta de respostas para os problemas concretos das pessoas e dos territórios e com promiscuidades entre o interesse geral e os interesses particulares, que desfocam a política do bem comum, o seu voto é útil.

Se sente que a política e os políticos estão distantes dos sentimentos, dos quotidianos e das necessidades das comunidades, quantas vezes por falta de conhecimento e de contacto concreto com as realidades, o seu voto é útil.

Se quer um país onde os problemas não se perpetuem, as dinâmicas se antecipem e se imponham caminhos de construção de soluções para pilares vitais como a saúde, a habitação, a educação, as desigualdades, as oportunidades e a coesão territorial, o seu voto útil.

Na eleição de 18 de janeiro, vote em alguém que dê resposta e utilidade consequente à ao seu voto, que não se fique pelo protesto, pelo experimentalismo alavancado em interesses económicos, por alguém engraçadinho nas redes escondendo um programa de cada um por si ou por candidatos querem ser pouco mais do que um balcão presidencial de quem já tem todo o poder, das freguesias ao parlamento.

Será útil ter um Presidente em Belém que seja democrata, humanista, progressista, sério e moderado, sintonizado com o que o país deve fazer para construir respostas para o que é estrutural, o que é circunstancial e o que ainda não foi feito, sempre no quadro de uma Constituição que não é bloqueio para responder às pessoas, com equilíbrio e compromisso em torno do essencial.

A verdade é que quem já pode fazer não fez.

Também é verdade que o mercado não faz por si só, como se vê na habitação, na fixação do talento dos jovens, na saúde e na proteção social.

E muito do que não foi feito foi por prevalência de interesses alheios ao bem comum, pela teimosia em que cada governo altere quase tudo do anterior, mesmo que bem feito, e por manifesta insuficiência dos protagonistas políticos, quantas vezes sem a experiência, a qualidade e o compromisso para as funções.

O seu voto é sempre importante, mas pode ser útil para colocar em Belém um moderado com convicções, que não ziguezagueia ao sabor do marketing e das circunstâncias, que não está capturado por interesses particulares ou almoços secretos, que sempre viu a floresta do interesse nacional no exercício político, em Portugal e na União Europeia, quando outros se agarram às árvores dos seus egos, quintinhas e particularidades.

A verdade é que por muito que estas árvores queiram morrer de pé nestas presidenciais, só um pode ter a ambição de ser floresta, de ir à segunda volta e ganhar, assegurando equilíbrio no sistema político, compromisso com a atual Constituição e ambição para ser parte na construção de um país justo e de excelência, que não deixe ninguém para trás, no território nacional e lá fora.

O meu, o seu voto útil, com estes pressupostos e sentido político, só pode ser no candidato suprapartidário António José Seguro, o único democrata, humanista e progressista em condições de ser Presidente da República.

Entramos nesta última semana da primeira volta com renovada esperança, resultante daquilo que ele sempre fez com gosto, o contacto com as pessoas nas suas terras, com determinação para continuar a mobilizar para o voto útil e consequente, mesmo que outros prefiram os ataques entre candidatos, as expressões da política tradicional e que venham a surgir desesperadas tentativas de enlameio de um homem sério, responsável e disponível para servir Portugal.

O Portugal de António José Seguro é e será sempre o que tem o foco nas pessoas e nos territórios, em construir soluções para os problemas, em antecipar tendências que nos afetam a todos e em posicionar o país nos desafios internos e externos. Um Presidente por uma nação que retenha e remunere o talento dos jovens, trate com dignidade quem trabalhou uma vida, crie melhores condições de vida, combata as injustiças e desigualdades e tenha as instituições e serviços a funcionarem regularmente. É esse o sentido do voto útil pelo Seguro.

António Galamba é apoiante da candidatura de António José Seguro