Os iranianos devem estar a rir a bandeiras despregadas com o último atentado à vida de Trump em que um...
Os iranianos devem estar a rir a bandeiras despregadas com o último atentado à vida de Trump em que um simples intruso, suposto hóspede de hotel, chegou até uns metros do Presidente no jantar magno e anual dos jornalistas credenciados pela Casa Branca.
Armado até aos dentes, o atirador desatou aos tiros, e atirou a matar sobre o primeiro e surpreso agente que encontrou, já perto da sala onde decorria o jantar.
Do outro lado do Mundo, Netanyahu, não deve ter dormido, a pensar quão fácil era assassinar o seu aliado-mor.
Em mais este episódio de falhanço dos Serviços Secretos americanos, levanta-se a questão da infalibilidade.
Sabemos que, naquele mesmo hotel em Washington, uma tentativa de assassinato de Ronald Reagan quase teve sucesso, sendo o então Presidente atingido e ficado em grave perigo de vida, com 6 meses de recuperação.
Se é fácil ir buscar um Maduro à cama, provado está, pela segunda vez, que qualquer assassino amador pode chegar ao Presidente dos Estados Unidos.
E se um dia for um profissional?