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  • “O Chega nunca vai ultrapassar o PSD”, Hugo Soares
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O Governo convocou a UGT e as quatro confederações empresariais para a 54.ª reunião de Concertação Social, com o objetivo de viabilizar as alterações à lei “Trabalho XXI”. Este novo encontro oficial surge após o impasse da reunião de 6 de abril, onde a UGT chumbou a proposta do executivo liderado por Luís Montenegro.

Embora o documento oficial de dia 6 fosse rígido em pontos como a não reintegração de trabalhadores em despedimentos ilícitos e a manutenção do banco de horas individual, terá havido um acordo verbal paralelo durante essa reunião. Segundo a Lusa, o Governo e os patrões aceitaram ceder em pontos críticos para garantir o apoio da UGT, nomeadamente a reposição dos três dias de férias por assiduidade e o abandono do alargamento do prazo dos contratos a termo.

Paralelamente a estas negociações oficiais, surgiu esta sexta-feira o anúncio de uma segunda via de diálogo. Durante um protesto da CGTP, o Presidente da República, António José Seguro, revelou que será marcada, “muito brevemente”, uma reunião extraordinária que incluirá a central sindical, atualmente excluída da Concertação Social. Esta iniciativa presidencial responde aos apelos da CGTP, que acusa o Governo de violar a Constituição ao impedir a sua participação na legislação laboral.

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