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  • ''Neutralidade de Montenegro será lesiva para o PSD'', David Justino
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Nos últimos dias, a travessia marítima entre Ceuta e Algeciras tornou-se notícia, impulsionada por vídeos e relatos de passageiros apanhados de surpresa pela forte agitação do mar no Estreito de Gibraltar. Imagens de ferries e outros navios cargueiros a balançar violentamente, passageiros em pânico e relatos de náuseas e medo multiplicaram-se nas redes sociais, transformando uma viagem rotineira numa tormenta de grandes proporções.

A sequência de tempestades e ventos intensos que atingiram a região, levaram a Marinha a emitir sucessivos alertas de segurança e a recomendar precaução nas viagens marítimas. Contudo, a empresa de ferrys Baleària decidiu manter uma das ligações Algeciras-Ceuta neste sábado, dia 13, duranre a tempestade Emília. A impossibilidade de atracar à chegada ao continente africano, obrigou a que o navio Ciudad de Mahón voltásse para trás, transformado a viagem numa agonia de 15 horas para os passageiros. O pânico instalou-se entre os passageiros que usaram as redes sociais para partilharem a sua tormenta.

Na navegação pelo estreito o ferry suportou ondas de 5 a 6 metros, provocando estragos nas dezenas de viaturas cujos cabos de segurança que as prendiam não foram suficientes para evitar o pior.

Já em casa, os passageiros, cerca de seiscentas pessoas, questionaram-se sobre possíveis indemnizações pelos danos materiais.

Diante dessa pergunta, a empresa garantiu: “estamos a contactar todos os passageiros para pedir desculpas pela situação e oferecer uma compensação”. “Quanto aos veículos danificados, o processo está a ser conduzido pela seguradora da empresa de navegação”, detalha.

A Baleària emitiu também um pedido de desculpas sobre a experiência a que submeteu os clientes. “Lamentamos profundamente o ocorrido neste sábado, 13 de dezembro, na rota Algeciras-Ceuta, durante uma forte tempestade marítima”, comenta. “Ao chegarmos ao porto de Algeciras, oferecemos comida e bebida. Nenhum passageiro sofreu ferimentos.” Mas do susto, não se livraram!

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