Frase do dia

  • “Porque demorou cinco dias a reagir à tragédia?”, José Luís Carneiro, para Luís Montenegro, no debate quinzenal
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O regresso do Governo à Assembleia da República, esta quinta-feira, 19 de fevereiro, ficou marcado por um clima de elevada tensão e confrontação direta sobre a gestão das cheias que fustigaram o País. No primeiro debate parlamentar após a demissão da ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, o Executivo de Luís Montenegro enfrentou duras críticas da oposição, resultando num embate aceso onde as trocas de acusações e as intervenções ríspidas dominaram a discussão sobre os apoios às populações afetadas.

O confronto verbal entre o Executivo e a oposição acentuou-se durante a análise dos apoios financeiros, levando o primeiro-ministro e os líderes parlamentares do PSD, Hugo Soares, e do Chega, André Ventura, a elevar o tom de voz em diversas ocasiões

No arranque do debate, o primeiro-ministro Luís Montenegro afirmou que o Executivo reagiu “desde a primeira hora” às dificuldades causadas pelas tempestades e acrescentou que a atuação do Estado foi feita “com rapidez, com eficácia, com resultados que fazem a diferença na vida de quem foi afetado”.

Montenegro sublinhou que “não vamos deixar ninguém para trás”: “Não descansaremos enquanto compatriotas estiverem sem telhados, sem água ou comunicações”, e destacou ainda que “a resposta do Estado mobiliza diariamente 40 mil operacionais”.

O primeiro-ministro não perdeu a oportunidade também para recordar o impacto da tempestade no País, e lamentar as vidas perdidas e os danos materiais, e garantiu que a administração pública tem procurado “medidas sem precedente na celeridade, no impacto e na abrangência” para ajudar a mitigar os efeitos da catástrofe.

A oposição, no entanto, foi dura relativamente à atuação do Governo liderado por Luís Montenegro. O líder do Chega, André Ventura acusou o Governo de “inoperacionalidade e inação” durante e após as tempestades, e afirma que o Estado “ignorou a situação das pessoas” e falhou na reconstrução urgente de casas e infraestruturas.

Já o secretário-geral do Partido Socialista (PS), José Luís Carneiro, também criticou a resposta do Executivo. O deputado socialista afirmou que as medidas “não estão a chegar à vida das pessoas nem à vida dos municípios”, e defendeu que a situação de calamidade deve manter-se “pelo menos até ao fim de junho” para permitir uma resposta mais abrangente às necessidades das populações afetadas.

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