Frase do dia

  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
  • “A urgência do Barreiro vai fechar porque não tem condições para se manter aberta”, Ana Paula Martins
Search

“Não se pode passar de diretor de Polícia Judiciária a ministro da Administração Interna”, foi assim que Pedro Passos Coelho reagiu à nomeação de Luís Neves para a sucessão de Maria Lúcia Amaral. O antigo primeiro-ministro teceu críticas ao “precedente grave” levado a cabo pelo executivo de Montenegro.

Foi no Fórum Produtividade & Inovação, organizado pela SEDES e pela AEP, em Matosinhos, que o ex-governante do PSD se manifestou sobre a mais recente escolha de Luís Montenegro para o elenco do Conselho de Ministros. Passos Coelho criticou o facto de os partidos se apropriarem das instituições públicas para enriquecerem as estruturas partidárias em detrimento do bom funcionamento público.

“Os partidos procuram apropriar-se desses meios públicos para fazerem política partidária e não política pública. Tudo isso é dilacerante para a nossa cultura institucional”, começou por dizer.

“Eu bem sei que, seguramente, a intenção que o primeiro-ministro teve em convidar o ex-diretor da PJ para ministro da Administração Interna se baseou na melhor das intenções, não tenho dúvida disso, mas o precedente é grave”, atirou.

“Não se pode passar de diretor da Polícia Judiciária para ministro da Administração Interna. Tirando isso, evidentemente, muita consideração pelas pessoas, não é isso que está em questão”, sublinhou.

O social-democrata comparou esta decisão à do anterior executivo, liderado por António Costa, quando o socialista indigitou Mário Centeno como governador do Banco de Portugal.

“As intenções terão sido seguramente boas, mas não foi um bom sinal que se deu, como não foi um bom sinal tirarem um ministro das finanças para governar o Banco de Portugal”, concluiu.

Recomendado para si