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  • “Não seremos cúmplices de algo por medo de represálias”, Pedro Sánchez, em resposta a Donald Trump
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O empresário Patrick Drahi, dono da Altice e fervoroso apoiante do primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu, foi escolhido por Len Blavatnik, um oligarca multibilionário nascido na Ucrânia e com dupla nacionalidade britânica e americana, para assumir o controlo do Canal 13, um dos três principais canais de televisão do Israel – segundo o repórter Pascal Brunet, correspondente em Telavive do jornal online francês ‘LesEchos’.

O acordo entre Drahi e o oligarca, apadrinhado por Netanyahu, deve ser concluído nos próximos dias.

Drahi, franco-israelita, já é proprietário do canal de notícias i24NEWS, que transmite em francês, inglês, árabe e hebraico. Tem planos para fundir as duas redações, com seus 500 trabalhadores, e levar a cabo uma onda de demissões que poderá reduzir os postos de trabalho a metade.

Amigo de ‘Bibi’

Patrick Drahi é apontado como um aliado próximo de Benjamin Netanyahu, o primeiro-ministro mais à direita da história de Israel. A linha editorial do i24NEWS, por sua vez, tem sido alvo de duras críticas pelo apoio às políticas do primeiro-ministro, particularmente no controverso projeto de reforma judicial que visa reduzir os poderes Supremo Tribunal.

O círculo próximo de Benjamin Netanyahu, segundo o jornal ‘LesEchos’ terá indicado a entrada de Patrick Drahi no capital em vez da oferta de um grupo de vinte executivos de empresas tecnológicas que se propunham investir 100 milhões de dólares para sanear as finanças do Canal 13. Um porta-voz de Len Blavatnik, por sua vez, negou qualquer intervenção do governo israelita no assunto.

Eleições à vista

A equipa editorial do Canal 13, especialmente os colunistas, são considerados críticos ferozes do primeiro-ministro Netanyahu. Este ano, em outubro, os israelitas vão às urnas em eleições legislativas. As sondagens preveem a derrota da atual maioria.

A oferta de Patrick Drahi, ainda segundo o jornal ‘LesEchos’, envolve um aumento gradual da participação acionista. Começa com um investimento de 25 milhões no grupo de Len Blavatnik que permitirá a Drahi assegurar 15 ou 20 por cento do Canal 13.  O objetivo final é elevar a participação para 75 por cento, o que se traduz em cerca de 50 milhões de dólares.

A oposição Benjamin Netanyahu pretende pedir a intervenção da autoridade da concorrência na esperança de que o acordo seja chumbado. Patrick Drahi também tem interesses no negócio das telecomunicações. No mês passado, assinou um memorando de entendimento para vender sua operadora móvel, a Hot Mobile, ao grupo israelita Delek por 600 milhões de dólares. A venda tem como objetivo reduzir a dívida da Altice. Patrich Drahi, de resto, tem andado nas bocas do mundo financeiro, como o 24Horas já noticiou, por andar a esconder dos credores os ativos da sua muito endividada Altice.

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