Frase do dia

  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
  • “Ele disse cinco vezes que Vini é um macaco”, Mbappé, sobre os alegados insultos racistas de Prestianni
Search

O presidente da câmara de Cascais, Nuno Piteira Lopes, de 47 anos, apelou esta quarta-feira, dia 18, a que o Governo coloque ao dispor das autarquias um pacote financeiro de apoio à reconstrução dos estragos provocados pelo mau tempo em Portugal.

Na sequência de uma reunião da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), o edil cascaense afirmou a necessidade de introduzir o pós-tempestades na descentralização de competências para as autarquias, através de apoios económicos que ajudem a fazer face aos estragos e a prevenir as próximas.

“As tempestades ou estes comboios de tempestade que afetaram o País não estão ainda discutidos no âmbito da tão falada descentralização de competências para os municípios. E, por isso, é evidente que o Governo de Portugal tem de, juntamente com as autarquias, encontrar um pacote financeiro que permita aos municípios, que permita ao País no seu todo, reconstruir-se e voltar a ter a resiliência”, declarou o autarca do PSD.

“Agora, tivemos este comboio de tempestades e algumas dessas situações aconteceram novamente. E, por isso, aquilo que eu apelaria é que, de uma vez por todas, se perceba que o que aconteceu com estas tempestades não é um problema de Leiria, não é um problema de Pombal, não é um problema da Figueira, não é um problema de Ourém, é um problema do nosso país”, acrescentou Nuno Piteira Lopes.

Para o presidente do município de Cascais, urge a necessidade de “haver um pacote financeiro que possa ajudar a financiar a reconstrução” do País, sendo que “pouco interessa qual é o nome”: “O que interessa é saber quanto é que o Governo está disponível para financiar as obras de reconstrução do País. Nós ouvimos ontem e hoje declarações do senhor ministro das Finanças a dizer que já tinha conseguido assegurar em Bruxelas de que estes investimentos que são necessários de ser feitos não vão contar para as contas do ‘deficit’ nacional.”

Na opinião de Piteira Lopes, “é uma excelente notícia”. No entanto, nas suas palavras, “o que os autarcas querem saber agora é quanto é que vai ser afeto para a reconstrução desta calamidade”: “São mil milhões? São 1.500 milhões? Qual é o valor que o Governo de Portugal se compromete com os municípios para poder ajudar a reconstruir o País.”

O social-democrata não esquece o apoio que o Governo tem dado às autarquias, mas ressalva que “não se pode ficar à espera que sejam os municípios, sozinhos e de forma exclusiva, a financiar o valor que vai ser preciso para reconstruir aquilo que a tempestade destruiu”. Por isso, sustenta, “é importante que o Governo anuncie qual é o valor que está disponível para financiar esta ‘bazuca’, este pacote, este fundo de apoio, o nome que lhe quiserem dar, mas qual é o valor que estará disponível para os municípios portugueses poderem reconstruir o que a tempestade destruiu”.

Recomendado para si