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  • “Se for culpado (Prestianni), acabou para mim”, José Mourinho
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O passaporte português continua a destacar-se internacionalmente e surge entre os 30 melhores do mundo, segundo o mais recente ranking da Global Citizen Solutions. Esta avaliação considera três dimensões – mobilidade, qualidade de vida e atratividade para investimento – e mostra que Portugal mantém uma posição sólida e respeitada no panorama global. Entre cerca de 200 países analisados, o passaporte nacional ocupa a 28.ª posição, refletindo não só a facilidade de circulação internacional, mas também o reconhecimento da estabilidade e reputação do país.

Quando analisados individualmente, alguns critérios revelam desempenhos ainda mais expressivos. Em mobilidade e qualidade de vida, Portugal surge em 13.º lugar, destacando-se pela segurança, bem-estar e condições gerais oferecidas aos seus cidadãos. Já no critério relacionado com investimento, a posição baixa para a 60.ª, evidenciando que, embora o País seja visto como um bom destino para viver e trabalhar, outros mercados apresentam maior atratividade para investidores globais.

Se considerarmos o critério tradicional da liberdade de viagem, o passaporte português demonstra ainda maior força. Segundo o Henley Passport Index, o nosso país permite atualmente viajar para cerca de 188 a 190 destinos sem necessidade de visto prévio ou com visto à chegada, o que coloca o documento luso entre os mais poderosos do mundo, frequentemente entre as cinco melhores classificações globais nesta categoria.

Assim, afirmar que o passaporte português está entre os 30 melhores do mundo é não só verdade como reforçado por vários indicadores internacionais. O documento nacional combina excelente mobilidade, qualidade de vida reconhecida e uma reputação global positiva. Embora existam áreas – como a atratividade para investimento – onde outros países se destacam mais, Portugal continua a ocupar um lugar de destaque no panorama mundial, oferecendo aos seus cidadãos vantagens relevantes e bem reconhecidas.

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