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  • ''Não podemos deixar a Ucrânia e o Volodymyr sozinhos com esses tipos”, Alexander Stubb, presidente da Finlândia
  • ''Não podemos deixar a Ucrânia e o Volodymyr sozinhos com esses tipos”, Alexander Stubb, presidente da Finlândia
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A greve da Função Pública convocada para esta sexta-feira, dia 21, registava, às 09:00, uma adesão de quase 60% na Educação e na Saúde, revelou o secretário-geral da Federação Nacional de Sindicatos Independentes da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (FESINAP), Mário Rui.

“A adesão à greve ronda os cerca de 60%, sobretudo na saúde, nas escolas e nas IPSS, mas está a ter maior expressão no norte do País. Ainda estamos a recolher dados de todos os setores”, advertiu o sindicalista.

A greve convocada pela FESINAP tem serviços mínimos e abrange trabalhadores de todas as carreiras da Administração Pública, sejam gerais ou especiais.

Entre as causas que motivaram esta luta dos trabalhadores estão o desejo de ver a retirada imediata da proposta de reforma laboral, um pedido para uma reunião urgente com o Governo sobre ‘Trabalho XXI’, o fim da discriminação sindical praticada pelo executivo e a participação efetiva da FESINAP nas negociações laborais.

A Educação, incluindo professores e pessoal não docente, e a Saúde, incluindo médicos e enfermeiros, “poderão ser os setores mais afetados na sequência da paralisação”, alerta Mário Rui, que preferiu remeter para mais tarde dados mais concretos sobre a adesão à greve contra o Pacote Laboral apresentado pelo Governo.

O secretário-geral da FESINAP adianta ainda que esta greve de 24 horas pretende denunciar a discriminação sindical praticada pelos sucessivos governos, sublinhando que foram decretados serviços mínimos para todas as instituições públicas.

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