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  • “Não será por mim que duração da legislatura será interrompida”, António José Seguro
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As cheias no rio Mondego, em Coimbra, poderiam ter sido evitadas, se o projeto da barragem de Girabolhos, lançado há quase 20 anos, tivesse saído da gaveta. Após duas décadas de espera, o concurso vai ser lançado, no final de março, pelo Governo de Luís Montenegro.

O projeto de Girabolhos surgiu quando o executivo de José Sócrates lançou, em 2007, o Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroelétrico (PNBEPH). De acordo com o Jornal Económico, a barragem de Girabolhos ficou entre as 10 selecionadas e a Endesa ainda obteve luz verde para avançar com a construção.

O Aproveitamento Hidroeléctrico de Girabolhos tinha uma potência instalada de 360 megawatts (MW) e um investimento previsto inicial de mais de 350 milhões de euros. Esse valor foi, mais tarde, ajustado para 500 milhões.

No entanto, o projeto nunca saiu da gaveta. A construção da barragem foi cancelada, em 2016, pelo Governo de António Costa, depois da análise de termos jurídicos, contratuais e financeiros.

O ex-ministro das Obras Públicas, António Carmona Rodrigues, considera que a obra só não avançou por imposição do Bloco de Esquerda. “A verdade é que o Governo António Costa, quando ele faz a geringonça, uma das condições que o Bloco de Esquerda pôs foi acabar com a barragem, não fazer a barragem. E pronto, e a barragem não foi feita”, contou à Renascença.

As declarações foram já desmentidas pela ex-líder do Bloco de Esquerda, Catarina Martins: “Está a criar culpados onde eles não existem e por outro lado porque [a afirmação] é falsa”.

António Carmona Rodrigues, que trabalhou como engenheiro projetista na criação do modelo de aproveitamento hidrográfico do Mondego, explicou a importância da barragem de Girabolhos e de que forma esta poderia ter evitado as cheias: “É fundamental para defender a Baixa de Coimbra e defender até aquilo que hoje está pensado ser a estação ferroviária de alta velocidade em Coimbra. Se não for esta barragem ela pode ficar debaixo de água”, destaca.

De recordar que o mau tempo que tem afetado todo o País tem causado grandes estragos em Coimbra. Na quarta-feira, um dos diques do rio Mondego colapsou. A autarquia já retirou milhares de pessoas de casa, devido ao perigo de ocorrência de cheias.

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