Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
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Luís Montenegro, de 53 anos, respondeu às críticas, dos últimos dias, ao apontar o dedo a quem mostra resistência em alterar o estado das coisas, numa clara alusão às declarações feitas por Pedro Passos Coelho (61), que recomendou ao primeiro-ministro que se concentrasse “na sua missão” de governar o País. “Reformismo de boca têm muitos, mas reformismo de ação, de crescimento, de ambição e de transformação não é para todos”, afirmou, esta quarta-feira, 11, ao encerrar as jornadas parlamentares do PSD.

O primeiro-ministro confessou ver “muita reivindicação de mudança e muito pouca coragem para mudar” nas oposições e corporações. Contudo, Luís Montenegro reconheceu, sem nunca citar Passos, que o mesmo aconteceu dentro do próprio PSD: “Porque temos os nossos eleitores à perna, porque temos os nossos amigos à perna, porque temos até alguns familiares à perna.”

Para o líder do Governo, há “muita gente que diz que é preciso fazer muitas transformações, desde que não seja na sua área de atividade”. Luís Montenegro garantiu perceber e compreender a ideia, mas lembrou que é o Executivo quem governa.

Ao mesmo tempo que Luís Montenegro falava, Pedro Passos Coelho participava numa conferência, em Viseu. Apesar de ter vindo a exigir que o primeiro-ministro mexa em questões estruturais, desta vez, ignorou o colega de partida: “Não posso andar permanentemente a fazer comentário.”

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