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Em maio de 2025, chegou à Netflix o filme ‘Homens com H’, que retrata a vida e a carreira de Ney Matogrosso, de 83 anos, um dos maiores ícones da música brasileira. Com argumento e realização de Esmir Filho, depois de passar pelas salas de cinema, o filme ficou disponível na plataforma de ‘streaming’.

Entre os vários momentos da narrativa, um detalhe despertou a curiosidade do público: a presença de uma personagem de origem e pronúncia portuguesas, que é apresentado como colega da banda de Ney.

Trata-se de João Ricardo Carneiro Teixeira Pinto, atualmente com 75 anos. Nasceu em Arcozelo, no concelho de Ponte de Lima. O seu pai, João Apolinário foi um poeta e jornalista que, em 1963, decidiu emigrar para o Brasil levando consigo a mulher e o filho.

Aos 21 anos, João Ricardo criou a banda ‘Secos & Molhados’, junto dos amigos Fred e António Carlos, mais conhecido como Pitoco. A primeira apresentação do grupo decorreu no bar Kurtisso Negro, em São Paulo, que atraiu inúmeras pessoas, devido às músicas consideradas invulgares na época. Foi neste mesmo bar que João conheceu a cantora e compositora Luhli, com quem viria a compor alguns dos maiores sucessos da banda, como ‘O Vira’ e ‘Fala’.

Em julho de 1971 Fred e Pitoco decidem seguir carreira a solo e Luhli sugere a João Ricardo um vocalista que morava no Rio de Janeiro: Ney de Souza Pereira, o futuro Ney Matogrosso. Meses mais tarde, o próprio vizinho de João, Gerson Conrad, entra também para a banda.

Com o grupo finalmente composto, ‘Secos & Molhados’ gravam o primeiro disco, em maio de 1973. Venderam mais de 300 mil cópias em apenas dois meses, tornando-se um dos maiores sucessos da música brasileira.

Em agosto de 1974 é lançado o segundo disco, mas Ney e Gerson decidem sair da banda. João Ricardo tentou seguir uma carreira a solo e ainda lançou o disco ‘Pink Record’, mas a banda sempre foi o seu verdadeiro sonho. 

João lançou o terceiro disco de ‘Secos & Molhados’, em maio de 1978, juntamente com os novos membros Lili Rodrigues, Wander Taffo, Gel Fernandes e João Ascensão – um grupo que não durou muito tempo.

Em 1980 surge mais uma nova formação, desta vez com Carlos Amantor e os irmãos César e Roberto Lempé, que juntos lançam o quarto disco da banda. Desta vez é João Ricardo quem decide dar um tempo à banda para viajar para fora do país. A quinta e última formação, acontece em 1987 com Edinho, Fernando, Ninho e Totô Braxil. Lançam o último disco, ‘A Volta do Gato Preto’, mas após a separação dos elementos, João Ricardo decide seguir carreira a solo.

Fotos: pontedelimacultural.pt. Na imagem de abertura: Gerson Conrad, João Ricardo e Ney Matogrosso

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