Frase do dia

  • “Eu não quero a Lusa nas mãos de um novo Sócrates”, Leitão Amaro
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O incidente, ocorrido originalmente em junho de 2025 durante o programa ‘Dois às 10’, voltou à ordem do dia esta quinta-feira, dia 12, após a Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) confirmar que a estação de Queluz de Baixo arrisca uma sanção pesada. O caso atravessou mesmo o Atlântico e ecoou no Brasil, onde publicações como a Revista Marie Claire destacaram o valor da multa, cerca de 150 mil euros, a que estará sujeita devido às declarações de Cristina Ferreira sobre uma vítima de feminicídio. 

A imprensa brasileira sublinha que a expressão “pôs-se a jeito” foi utilizada para relativizar a culpa do agressor, transferindo a responsabilidade para a mulher assassinada. Em Portugal, a decisão do regulador, que analisou dezenas de queixas, concluiu que houve uma violação dos deveres de informação e um tratamento desadequado de um crime grave, expondo imagens violentas e promovendo a revitimização.

O crime que esteve na génese da polémica foi o homicídio de Sónia Garcia, uma mulher de 43 anos, assassinada a tiro pelo ex-companheiro em plena via pública, em Alvorninha, Caldas da Rainha.

O crime ocorreu na madrugada de 2 de junho de 2025, após a vítima ter saído de um baile por ocasião das festas da localidade. O agressor, que não aceitava o fim da relação e já teria comportamentos de perseguição, abordou Sónia junto ao seu automóvel e disparou fatalmente antes de se colocar em fuga. Foi precisamente a análise a estes momentos fatais que levou Cristina Ferreira a questionar se a vítima teria facilitado a abordagem ao entrar no carro com o homicida, utilizando a expressão que agora faz eco na imprensa brasileira.

“Eu não sei se esta mulher, depois do baile, entrou num carro com ele e aí, se calhar, é que se pôs a jeito para que isto acontecesse”, afirmou a apresentadora. A expressão, que sugeria uma corresponsabilização da vítima pela sua própria morte, gerou uma indignação imediata e generalizada nas redes sociais e junto de associações de defesa dos direitos das mulheres, levando a uma intervenção direta da ERC por violação da dignidade humana e revitimização.

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