Frase do dia

  • “Se for culpado (Prestianni), acabou para mim”, José Mourinho
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Rui Borges, de 44 anos, respondeu às críticas que o apontavam como incapaz de vencer jogos de grande dimensão desde que assumiu o comando técnico do Sporting. Após o triunfo frente ao Paris Saint-Germain (2-1), que valeu aos leões a qualificação para a fase seguinte da Liga dos Campeões, o treinador abordou o tema em conferência de imprensa, primeiro com ironia e depois com um aviso claro ao plantel: é fundamental manter os pés bem assentes no chão.

“Acho que não me vão perguntar mais, e que não ganho a equipas grandes [risos]. Não, eu não ligo a isso. É ruído, apenas isso e só. Foco-me muito naquilo que é o meu trabalho, naquilo que tem sido o nosso trajeto. O trabalho dará sempre a melhor resposta a toda a gente”, afirmou Rui Borges, antes de explicar se a preparação do encontro frente aos campeões europeus teve algo de especial.

“Não, muito honestamente. Como temos tantos jogos, é descansar, é ver vídeos, é observar. E, dentro do pouco tempo que temos na relva, explicar alguns comportamentos. Focar-nos no básico, em termos daquilo que é comportamentos nos variados momentos do jogo, no simples. Há coisas que já estão dentro de nós, que não mudámos, e depois, sim, acrescentar algo mais individual, ou algo mais estratégico, para aquilo que vamos enfrentar no jogo em si. Por isso, não mudou muito… Não mudou em nada, sinceramente, em relação àquilo que são os outros jogos, daquilo que é o campeonato, daquilo que é a Champions”, explicou o treinador dos bicampeões nacionais.

Apesar do momento de euforia, Rui Borges fez questão de recentrar atenções no que se segue, lembrando que o próximo compromisso é decisivo e que a prioridade continua a ser o campeonato nacional: “O grupo teve uma coesão infinita, um compromisso infinito, em mais uma demonstração daquilo que é a qualidade do grupo, da equipa em si, daquilo que é a amizade que têm, daquilo de quanto querem ganhar. É um sentimento de felicidade, mas é um sentimento de descer à terra, de ter um jogo difícil em Arouca, uma deslocação difícil. Essa é que é a nossa verdadeira Champions.”

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