Frase do dia

  • “O Irão deve aceitar um acordo antes que seja tarde demais”, Donald Trump
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Rui Gomes da Silva, o atual coordenador do “governo sombra” do Chega e colaborador do 24Horas, afirmou que um eventual acordo entre PSD e Chega para a escolha de juízes do Tribunal Constitucional pode não garantir resultados, alertando para o risco de fuga de votos.

Em entrevista para a Rádio Renascença, o antigo social-democrata considerou, ainda assim, que “é insustentável excluir o partido destes processos”, defendendo que deve ser respeitada a proporcionalidade parlamentar, sublinhando que “um em cada quatro portugueses votam no Chega”.

Ao longo da entrevista, Rui Gomes da Silva criticou o que classificou como “birras políticas entre PSD e PS” e admitiu que o Presidente da República deveria intervir para desbloquear o impasse.

Sobre o cenário político, o antigo ministro mostrou-se cético quanto à estabilidade do Governo liderado por Luís Montenegro, afirmando que a legislatura dificilmente chegará ao fim. Na sua perspetiva, o executivo carece de “espírito reformista” e vive numa lógica de sobrevivência política, agravada pela decisão presidencial de não dissolver o Parlamento em caso de chumbo do Orçamento, o que retira pressão à oposição.

Rui Gomes da Silva admitiu ainda que o PSD enfrenta um risco de declínio, defendendo que o crescimento do Chega resulta de falhas dos sociais-democratas.

Veja a entrevista completa aqui.

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