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  • 'O que é que fazem primeiros-ministros e presidentes da República no X?', Paulo Portas
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Nicolas Sarkozy, de 70 anos, vai ser libertado esta segunda-feira, dia 10, da prisão de La Santé, em Paris, onde estava desde 21 de outubro. A decisão surge após o Ministério Público e o tribunal considerarem que não existem riscos de ocultação de provas, pressão sobre testemunhas ou conluio, permitindo que o antigo presidente francês cumpra o julgamento do recurso em liberdade, sujeito a controlo judicial e proibição de sair do País.

Sarkozy foi condenado, recorde-se, a cinco anos de prisão, por associação criminosa relacionada com alegado financiamento ilícito da sua campanha presidencial de 2007, supostamente com fundos do regime líbio de Muammar Khadafi. O ex-presidente nega todas as acusações e considera a prisão injusta. A condenação inclui também outros 11 envolvidos, entre eles dois ex-ministros do seu governo.

Durante a audiência por videoconferência, realizada a partir da prisão, Sarkozy descreveu a experiência como “difícil” e agradeceu aos funcionários pelo tratamento recebido, qualificando-o de humano, apesar das condições excepcionais da sua detenção.

Desde a entrada em La Santé, o ex-presidente permaneceu em regime de isolamento numa ala especial, acompanhado permanentemente por dois agentes armados, devido a ameaças à sua segurança, uma medida inédita que gerou críticas por parte de sindicatos prisionais.

O caso em questão centra-se num alegado acordo entre Sarkozy, enquanto ministro do Interior em 2005, e Muammar Khadafi, para financiar a campanha presidencial francesa de 2007. Em troca, o ex-presidente terá prometido apoio diplomático e político ao líder líbio. A investigação judicial identificou encontros com representantes líbios, antes e durante a presidência, incluindo uma visita de Estado de Khadafi a Paris, com receções extraordinárias no Palácio do Eliseu.

Sarkozy já tinha cumprido pena por outro caso de corrupção e tráfico de influência relacionado com escutas telefónicas, que resultou em um ano de prisão domiciliária, com monitorização eletrónica, após ter sido considerado culpado de tentar subornar um juiz para obter informações sobre a investigação aos financiamentos da campanha de 2007.

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