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  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
  • 'Justiça não pode ser refém de agendas políticas', Cura Mariano, presidente do Supremo Tribunal de Justiça
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O antigo presidente de França, Nicolas Sarkozy, de 70 anos, prepara-se para lançar um livro no próximo dia 10 de dezembro. A obra ‘Le journal d’un prisonnier’, que em português significa ‘Diário de um prisioneiro’, acompanha o período de apenas três semanas em que o antigo chefe de Estado francês esteve detido na prisão de La Santé, em Paris.

“Na prisão, não há nada para ver, nada para fazer. Esqueço o silêncio que não existe na Santé [Saúde, nome da prisão], onde há muito para ouvir. O barulho é constante. À imagem do deserto, a vida interior fortifica-se na prisão”, pode ler-se num excerto do livro.

Recorde-se que Sarkozy foi preso a 21 de outubro, depois de ser condenado pela justiça francesa a cinco anos de prisão efetiva pelo crime de associação criminosa. Em causa está o financiamento ilegal da sua campanha presidencial, através de um esquema que perdurou entre 2005 e 2007, época em que era ministro do Interior e Desenvolvimento Regional, no qual obteve fundos oriundos do regime líbio de Muammar Kadhafi, em troca de favores diplomáticos. No entanto, a defesa do ex-governante apresentou recurso da sentença e o Tribunal de Recurso de Paris decretou a sua libertação provisória ao fim de 20 dias de reclusão. O arguido encontra-se neste momento em prisão domiciliária a aguardar novo julgamento, que ainda não tem data prevista.

‘Le journal d’un prisionnier’ de Nicolas Sarkozy

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