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  • “Não seremos cúmplices de algo por medo de represálias”, Pedro Sánchez, em resposta a Donald Trump
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Uma das sobreviventes do trágico incêndio que devastou o bar Le Constellation, em Crans‑Montana, na Suíça, na noite de 1 de janeiro, revelou em primeira pessoa as consequências que a tragédia deixou no seu corpo e na sua vida e apontou críticas às circunstâncias em torno do acidente. O incêndio causou 41 mortos e feriu mais de 100 pessoas, muitas com queimaduras graves.

Mélanie Van de Velde, que sofreu queimaduras em aproximadamente 40 % do corpo, publicou uma carta aberta onde descreve o impacto físico e emocional do sinistro. A mulher explica que saltou para fora do bar para salvar a sua vida quando o fogo se alastrou rapidamente entre os frequentadores que comemoravam o Ano Novo. Na mensagem, afirma que já não se reconhece ao olhar no espelho e que a sua vida mudou irreversivelmente.

“Desde esse dia, não vivo mais. Sobrevivo. O meu corpo está queimado em cerca de 40 %… O meu rosto nunca mais será o mesmo”, escreve Mélanie, descrevendo ainda o sofrimento causado pelos tratamentos médicos e pela distância da sua filha, que não pode abraçar quando a dor se torna insuportável.

A sobrevivente questiona também a forma como a tragédia tem sido encarada fora do sofrimento pessoal dos afetados: “Onde está a justiça quando se fala de um drama, mas se desvia o olhar das suas consequências humanas? Onde está a justiça quando se pede a uma mulher que foi queimada para se reconstruir enquanto o mundo continua como se nada tivesse acontecido?”

O incêndio no bar Le Constellation, popular entre turistas e locais na estância alpina suíça, terá começado pouco antes das 1:30 locais durante uma festa de Réveillon. Investigações preliminares apontam que faíscas produzidas por velas festivas ou ‘sparklers’ coladas a garrafas de champanhe podem ter entrado em contacto com materiais altamente inflamáveis no teto, provocando a propagação rápida das chamas.

Muitos dos feridos, como Mélanie, foram transferidos para unidades especializadas fora da Suíça para tratamento e acompanhamento prolongado, devido à gravidade das queimaduras sofridas.

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