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  • 'O que é que fazem primeiros-ministros e presidentes da República no X?', Paulo Portas
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Fontes próximas de Jair Bolsonaro garantem que o ex-presidente brasileiro viveu momentos de instabilidade emocional nas horas anteriores à violação da pulseira eletrónica, que levou à ordem de detenção na manhã deste sábado, em Brasília. Bolsonaro encontra-se preso na superintendência da Polícia Federal na capital brasileira.

De acordo com as versões próximas do entorno de Bolsonaro, o ex-presidente brasileiro terá tido um “surto”. A imprensa brasileira já divulgou a estratégia de defesa do ex-presidente: fazer valer a versão de que a violação da pulseira eletrónica foi motivada por privação de sono ou efeitos secundários de medicamentos. Bolsonaro admitiu ter usado um ferro de soldar para tentar violar a pulseira eletrónica que estava obrigado a usar.

Com a detenção formalizada, a Polícia Federal deverá agora aprofundar a investigação sobre a violação da pulseira, avaliando se existia uma estrutura ou plano para facilitar uma fuga. Do lado da defesa, é provável que se recorra ao estado emocional atribuído a Bolsonaro.

No terreno político, esta prisão poderá reativar tensões entre os apoiantes de Bolsonaro e adversários. A narrativa dos seus aliados — que falam em surto — pode reforçar a imagem de um líder instável, mas também mobiliza simpatizantes que consideram a operação como uma perseguição.

ACOMPANHE A CRONOLOGIA DOS FACTOS

O ex-presidente Jair Bolsonaro foi preso preventivamente após uma sequência de acontecimentos que marcaram a madrugada de sábado. Acompanhe a cronologia.

Às 23:00 de sexta-feira Brasília (2:00 de sábado em Lisboa), a Polícia Federal apresenta ao Supremo Tribunal Federal um pedido de prisão preventiva, motivado pela convocação de uma vigília de apoiantes nas imediações da residência de Bolsonaro.

Às 0_08 de sábado (3:08 de sábado em Lisboa), o Centro de Monitorização Eletrónica regista uma violação no dispositivo de Bolsonaro, apontando para uma tentativa deliberada de romper a pulseira.

Às 1:25 (4:25 em Lisboa), o Supremo Tribunal Federal manifesta-se favoravelmente à prisão solicitada pela Política Federal, dada a gravidade dos indícios.
Por volta das 6:00 (9:00 em Lisboa), agentes da Polícia Federal entram na residência de Bolsonaro, cumprem a ordem de prisão e transportam-no para a superintendência da corporação.

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